Pré-candidato ao governo do Maranhão, Weverton tira licença do Senado para se dedicar à pré-campanha

O senador Weverton (PDT-MA) tirou licença de seu mandato no Senado Federal para se dedicar exclusivamente à pré-campanha eleitoral. O parlamentar é pré-candidato ao governo do Maranhão. “Vou me ausentar do Senado porque vou me dedicar plenamente à pré-campanha campanha. Minha agenda política intensa nesse período não me permite estar toda semana em Brasília.Sinto que posso contribuir muito mais para reduzir a dívida social que precisa ser quitada em respeito à nossa população”, explicou o parlamentar. Há quase 4 anos, Weverton foi eleito como o senador mais bem votado da história do estado, com quase 2 milhões de votos.Em discurso no Plenário da Casa, o parlamentar fez um balanço do seu trabalho como senador nos últimos anos.  “Procurei exercer meu mandato de forma coletiva, ouvindo a população, procurando conhecer os seus sentimentos e as suas expectativas sobre aquilo que deve ser prioridade no Congresso Nacional. Logo no primeiro ano, consegui aprovar no Senado e na Câmara a lei da proibição do corte de energia e água em vésperas de feriados, feriados, sextas-feiras e finais de semana. Só quem conta dinheiro para chegar ao final do mês sabe o valor dessa lei”, afirmou Weverton. O parlamentar falou ainda sobre como os recursos que destina para o Maranhão têm beneficiado diretamente a população. “Outro feito que é motivo de orgulho e gratidão é a implantação do Hospital de Amor em Imperatriz, que hoje, com as duas carretas, salva vidas de mulheres, por meio da prevenção, em vários municípios. Assim como a articulação, junto com a bancada federal, da construção do Hospital dr. Antônio Dino, em Pinheiro, que irá fazer o atendimento de câncer em toda a região da Baixada”, explicou o senador. Weverton reiterou também que tem feito ummandato em defesa do trabalhador.“Sempre estive ao lado do povo, como no Auxílio Brasil e na reforma da Previdência. Lutei para evitar maiores perdas de direitos dos brasileiros e para aprovar emendas protegendo grupos que trabalham com tanta dificuldade, como professores e trabalhadores rurais”, destacou.O parlamentar lembrou os desafios enfrentados em 2020 com a pandemia de covid-19. “O Senado foi atuante e o meu mandato foi colocado à disposição do combate ao coronavírus, com prioridade para salvar vidas e ajudar os que mais precisavam. Fui relator do Decreto de Emergência, que possibilitou uma série de ações, entre elas o pagamento de auxílio emergencial. Sem ele milhares de pessoas não teriam como se manter quando tudo estava fechado”, ressaltou.O senador recordou ainda que, assinou, como integrante da Executiva do PDT e então líder do partido no Senado, ações, como a que garantiu a autonomia dos estados e municípios para tomarprovidências contra a covid-19.“Além disso, fizemos uma representação no TCU solicitando a suspensão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, considerando as condições desiguais dos estudantes das escolas públicas que estavam com as aulas suspensas. E conseguimos vitórias como a aprovação do projeto de suspensão do pagamento de empréstimos consignados durante a pandemia; a proibição da realização de despejos de inquilinos, em um momento em que nos sentíamos inseguros até de sair de casa; a proibição de cortar a luz das casas em qualquer dia semana”, disse. Desafios para ajudar o MaranhãoDurante o discurso em Plenário, Weverton falou também sobre a atual situação do Maranhão e os desafios para ajudar o estado.“É triste saber que entre as 100 cidades mais pobres do país, 40 são do Maranhão. O meu desafio será liderar a união de todas as forças políticas, empresariais e movimentos sociais para buscar soluções para mudar essa realidade com urgência.Como governador vou buscar exemplos que funcionam e investimentos dentro e fora do país para gerar emprego”, afirmou. O senador falou sobre os índices preocupantes do estado e se comprometeu a ajudar a população maranhense.“O Maranhão é o estado mais pobre da federação com 57,9% da população vivenciando a pobreza, quase o dobro da média brasileira de 29,6%, segundo o recente estudo da FGV Social.Na Baixada Maranhense, a pobreza alcança 72,6% da população. É a região mais pobre do Brasil.Não é uma realidade com a qual eu possa ou queira me acostumar. O povo do meu estado merece respeito. Merece sua esperança redobrada. Merece uma verdadeira chance de mudança”, ressaltou. Para Weverton, a prioridade é reduzir a pobreza e garantir alimentos na mesa das famílias. “Faremos isso com um programa imediato de segurança alimentar, que chegue à população que mais precisa e um programa econômico arrojado de geração de emprego e renda.Isso inclui, política de atração de empresas e estímulo ao empreendedorismo”, destacou o parlamentar.De acordo com o senador, outro assunto importante é a questão das condições básicas de vida do maranhense, como abastecimento de água e saneamento básico.“1,1 milhão de maranhenses vive sem banheiro em casa. Quase metade (47,5%) da população mora em ruas sem pavimentação. Isso não pode continuar. Vamos buscar todas as soluções”, enfatizou.Weverton falou ainda sobre os motivos que o levaram a decidir pela candidatura ao governo do Maranhão.“Eu, que sou filho de uma professora e de um técnico agrícola, quero chegar ao governo para representar a minha gente e para garantir que os meninos e meninas do Maranhão tenham oportunidade de lutar por seus sonhos também. Quero que as famílias tenham comida na mesa e os adultos tenham emprego e renda para que possam ser o que eles quiserem. Eu quero ser governador para trabalhar para que todos os maranhenses tenham um presente melhor e um futuro mais feliz”, finalizou. 

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