Oficiais envolvidos com documento ilegal são ouvidos pela PM 25 Abr 2018 Maranhão, São Luís

Em coletiva cedida pelo secretário de Segurança Pública do Estado, Jefferson Portela, foram prestados esclarecimentos sobre a circulação de um documento nas redes sociais, que determinava a identificação de lideranças antagônicas ao Governo.

“Ninguém tem o direito de tentar utilizar qualquer ato inerente à Segurança Pública como bandeira política eleitoral. Isso está errado, nós não concordamos. Ficar inventando que há monitoramento, que há patrulha, é um disparate que só pode ser oriundo de má fé. Os nossos atos tem que ter como base a Constituição Federal e os nossos estatutos de cada corporação. Não cabe a ninguém se desviar disso”, afirmou Jefferson Portela.

No momento, foi apontado que o tenente coronel Antônio Marcos da Silva Lima foi ouvido pelo Comando da Polícia Militar e disse que não tinha conhecimento que a assinatura eletrônica dele estava no documento, emitido no último dia 19. Já o tenente coronel Emerson Farias Costa Serra deve ser ouvido amanhã.

Os dois foram exonerados dos cargos de comando que exerciam na Polícia Militar. Uma sindicância foi instaurada para apurar a origem dos memorandos que foram emitidos, segundo Jefferson Portela, sem autorização do comando da Polícia Militar.

A sindicância deve ser concluída em 30 dias.

“Não vamos permitir que nenhum lado use de poder ou de força para tentar mudar uma opinião eleitoral”, disse o secretário.

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