Na reta final da campanha, Haddad visita Minas Gerais e volta a criticar Bolsonaro

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, fez campanha nesta sexta-feira (5) em Minas Gerais e voltou a criticar o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, seu adversário na corrida ao Palácio do Planalto.

Em Belo Horizonte, Haddad fez o trajeto em cima de um caminhonete, seguido por apoiadores, entre a Rua Padre Pedro Pinto e Avenida Civilização. Na noite desta quinta (4), o petista participou do último debate do primeiro turno, na TV Globo.

O petista já havia reclamado da divulgação de informações falsas nas redes sociais neste período pré-eleições.

“O Bolsonaro não tem compromisso com a democracia, não tem compromisso com a paz, não tem compromisso com a verdade. O que ele está fazendo nas redes sociais é criminoso, injuriando e difamando as pessoas”, disse Haddad, durante uma caminhada na região de Venda Nova, em Belo Horizonte (MG).

Em entrevista à imprensa, Haddad afirmou que pretende continuar “caminhando pelo Brasil” até domingo (7), data da eleição, para ter chance de debater no segundo turno com Bolsonaro.

“A nossa expectativa é que ele debata, olho no olho, frente a frente, ao invés de usar rede social para se esconder e difamar. Ele venha e pergunte o que quiser e responda também as coisas que ele propõe”, disse.

Ao lado da vice na sua chapa, Manuela D'Ávila, Fernando Haddad (à direita) faz campanha em cima de caminhonete — Foto: Reprodução / TV GloboAo lado da vice na sua chapa, Manuela D'Ávila, Fernando Haddad (à direita) faz campanha em cima de caminhonete — Foto: Reprodução / TV Globo

Ao lado da vice na sua chapa, Manuela D’Ávila, Fernando Haddad (à direita) faz campanha em cima de caminhonete — Foto: Reprodução / TV Globo

Reforma tributária

O candidato do PT também defendeu a Constituição brasileira, que nesta sexta completa 30 anos de promulgação. “A nossa Constituição tem princípios muito sólidos que estão sendo atacados, sobretudo pelo Bolsonaro”, afirmou.

Haddad defendeu mudanças na Constituição para alterar as regras tributárias e bancárias, sem mexer nos seus princípios.

“Para isso que nós vamos reformar a Constituição, não é para lidar com princípios, é para lhe dar com aquilo que é injusto, que o é sistema tributário e o sistema bancário”, disse.

FONTE G1

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