MP vai pedir o afastamento do policial que agrediu jovem

Na manhã desta quarta-feira (25), durante entrevista ao portal Imirante Imperatriz, o promotor de Justiça Joaquim Júnior falou a denuncia de agressão contra o pelo Cabo PM Santiago, lotado no 3º Batalhão da PM.

O Ministério Público anunciou que, baseado em dois vídeos e depoimento de testemunhas, vai pedir o afastamento do policial e a suspenção do porte de arma, além, de algumas medidas protetivas sobre a vítima. Segundo o promotor, todos os policiais que estavam no momento da confusão na loja de conveniência já foram identificados. ’’É um absurdo.

Uma mulher foi agredida por um policial de folga, na cara de outros dois policiais militares que tinham a obrigação de agir, e praticaram uma omissão e vão responder por crime de prevaricação.

O policial de folga vai responder pela agressão e pelos disparos efetuados, inclusive, ele expôs a risco dezenas de vidas que estavam no local’’ afirma Joaquim Júnior. Segundo a jovem agredida, Ana Lívia, 22 anos, houve, também, outra agressão a uma colega dela.

O fato ocorreu na loja de conveniência, da seguinte forma: “Estávamos estacionando o carro e o policial pediu para retirarmos. Pensei que ele era funcionário, porque ele disse que estávamos atrapalhando, e colocamos na frente da conveniência, ele pediu pra retirarmos novamente. Houve uma discussão e ele deu ’um tapa’ na cara da minha amiga. Eu fui tirar foto e ele tentou tomar meu celular, vi uma viatura e chamei, levei os policiais até ele, e quando os policiais se aproximaram viram que ele era policial’’ afirma a vítima.

A jovem relata, ainda, que o momento da agressão foi quando questionou se o agressor ia tomar seu aparelho na frente dos policiais. Ela se dirigiu para a delegacia, mas, ’’quando chegamos lá, achamos que eles estariam lá, para registramos à ocorrência, porém, os policiais ’sumiram’ com o agressor’’ afirma Ana Lívia.

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