Morre bandido baleado durante Operação realizada no Bairro da Liberdade

SÃO LUÍS – Léo Fabrício Santos Ferreira morreu nessa quarta-feira (29), no Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão I. Ele foi baleado durante operação da Polícia Civil, por meio da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC) e da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), com apoio da Polícia Militar e do Grupo Tático Aérero (GTA), realizada no último dia 20, no Bairro da Liberdade. Léo Fabrício era assaltante, homicida, suspeito de participar de atentado contra a delegacia do 8º Distrito Policial, localizada naquele bairro, em janeiro deste ano.

 

Léo Fabrício no momento em que era levado para o hospital Socorrão I. (Foto: Arquivo)

 

Na ocasião, três pessoas foram presas e um adolescente apreendido, suspeitos de praticar atos criminosos na cidade. A operação foi realizada em uma área de palafitas, localizada próximo a um manguezal. Na atividade, foram presos Antônio Carlos Dutra Costa, de 20 anos; Caio Henrique Araújo Rodrigues, de 18 anos, e Joanderson Araújo Ribeiro, também de 18 anos, e apreendido um adolescente cujo nome e idade não foram revelados. Durante a ação, o criminoso identificado como Léo Fabrício Santos Ferreira foi alvejado com vários tiros e encaminhado para o Socorrão I, onde veio a óbito.

Ação

Segundo as investigações da polícia, o grupo estava se reunindo no local para planejar atos criminosos em ruas e avenidas da capital maranhense. Os ataques que estavam sendo tramados seriam uma espécie de resposta à transferência de nove detentos na segunda-feira (20), que foram levados do Complexo Penitenciário de Pedrinhas para um presídio federal de segurança máxima em Campo Grande, no estado do Mato Grosso do Sul.

Assim que os policiais chegaram ao local da reunião, foram recebidos a tiros pelos criminosos. Houve, então, o revide. Segundo relato dos moradores do local, ocorreu uma intensa troca de tiros, que se estendeu por vários minutos.

Os bandidos ainda tentaram fugir, pulando no mangue, mas foram perseguidos pelos policiais que efetuaram a prisão deles. Na operação, foram apreendidos ainda um revólver calibre 38 e uma pistola Bereta 765 (de fabricação italiana) que estavam em poder dos marginais.

Antônio Carlos Dutra, Caio Henrique Araújo e Joanderson Araújo Ribeiro foram levados para a sede da Seic, no Bairro de Fátima, onde foram autuados pelos crimes de formação de quadrilha e tentativa de homicídio, uma vez que eles atiram contra os policias. Em seguida, os três foram encaminhados para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde aguardam julgamento.

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