Maranhão tem melhor resultado na geração de emprego formal dos últimos cinco anos

A análise dos dados Divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgada nesta quinta-feira (22), pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), mostra que, no acumulado do ano, o Maranhão obteve o melhor momento na geração de emprego formal dos últimos 5 anos, com 12,6 mil vagas adicionais. A publicação está disponível no site do Imesc (http://imesc.ma.gov.br/portal/Post/view/21/261).

O Setor de Serviços e Agropecuária foram os principais geradores de novas oportunidade de trabalho, com mais de 11 mil vagas geradas. Em outubro, o Maranhão gerou 935 vagas somente no setor Comércio, com destaque para o subsetor de Mercadorias em geral, sem predominância de produtos alimentícios, com 245 novas oportunidades. Já no setor de serviços foram registrados 655 novos empregos com carteira assinada.

A Construção Civil foi responsável pelo maior número de desligamentos, totalizando 1,9 mil demissões líquidas no mês passado. Os dados do Caged mostram a predominância de desligamentos em São Luís, embora o setor tenha aprofundado as demissões líquidas na maioria dos municípios maranhenses.

O economista do Imesc, Geilson Pestana, explica a razão para os desligamentos na área. “Esse cenário se deve, entre outros fatores, à desmobilização decorrente da conclusão da reinstalação da planta industrial da Usina de Pelotização em São Luís”.

Municípios

São Luís, com 5,8 mil novas vagas, Imperatriz (+1,5 mil), Aldeias Altas (+989), Balsas (+834) e Açailândia (+586) seguem sendo os municípios com maior geração de emprego formal no Maranhão.

O setor de Serviços foi preponderante para o saldo positivo em São Luís e Açailândia. Já em Balsas, os segmentos do setor da Agropecuária, em especial o Cultivo de Soja (+229) e Cultivo de algodão herbáceo (+51) continuam como principais geradores de emprego formal.

Em Imperatriz, os setores da Construção Civil e Comércio foram destaque na abertura de vagas no acumulado de 2018. No setor da Construção, a geração de postos de trabalho foi expressiva nas atividades de construção de redes de abastecimento de água, coleta de esgoto e construções correlatas (+348) e obras de terraplenagem (+357).

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