Maranhão registra 141 mortes violentas no mês de agosto

O Maranhão registrou 141 mortes violentas no mês de agosto, segundo o balanço da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA). O índice representa 2.0 mortes para cada 100 mil habitantes.

Em agosto, o estado obteve 136 homicídios dolosos e 5 latrocínios e nenhuma lesão corporal seguida de morte foi registrada. Neste mês, foram contabilizados 15 crimes a mais em relação ao mês de julho. Até o momento, o Maranhão já registrou ao todo, 1.126 mortes.

O levantamento realizado durante os oito primeiros meses, revelou que janeiro, março, junho e agosto são até o momento os meses mais violentos do ano, contabilizando ao total, 611 mortes. Abril segue sendo o mês menos violento, com o registro de 121 mortes.

Os dados foram levantados pelo índice nacional de homicídios criado pelo G1, ferramenta que permite o acompanhamento dos dados de crimes violentos mês a mês no país.

mapa faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Confira os dados mês a mês

  • JANEIRO: 164 mortes – índice de 2.33 mortes para cada 100 mil habitantes
  • FEVEREIRO: 131 mortes – índice de 1.86 mortes para cada 100 mil habitantes
  • MARÇO: 152 mortes – índice de 2.16 mortes para cada 100 mil habitantes
  • ABRIL: 121 mortes – índice de 1.72 mortes para cada 100 mil habitantes
  • MAIO: 137 mortes – índice de 1.90 mortes para cada 100 mil habitantes
  • JUNHO: 154 mortes – índice de 2.20 mortes para cada 100 mil habitantes
  • JULHO: 126 mortes – índice de 1.80 mortes para cada 100 mil habitantes
  • AGOSTO: 141 mortes – índice de 2.0 mortes para cada 100 mil habitantes

Na página especial do Maranhão no mapa do Monitor da Violência, é possível navegar e encontrar dois vídeos: um com uma análise de um especialista indicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e outro com um diagnóstico de um representante do governo.

Objetivo

Desde o início do ano, jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados via Lei de Acesso à Informação (LAI), seguindo o padrão metodológico utilizado pelo Fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

FONTE G1

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