Maranhão registra 126 mortes violentas em junho

O Maranhão registrou 126 mortes violentas, segundo o último balanço divulgado nessa quarta-feira (26) pela Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA). O índice representa 1.80 mortes para cada 100 mil habitantes.

Dos crimes registrados, o Maranhão teve 120 homicídios dolosos, 4 latrocínios e 2 lesões corporais seguidas de morte. O estado registrou 28 crimes a menos que o mês de junho, considerado o segundo mais violento durante os seis primeiros meses do ano. Ao todo, já foram registrados 985 crimes violentos em todo o estado.

Os dados foram levantados pelo índice nacional de homicídios criado pelo G1, ferramenta que permite o acompanhamento dos dados de crimes violentos mês a mês no país.

mapa faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O levantamento realizado durante os sete primeiros meses do ano, revelou que janeiro, maio e junho foram os três meses mais violentos, registrando ao todo, 470 mortes. O relatório ainda aponta que abril foi o mês menos violento, registrando 121 crimes.

Confira os dados mês a mês

  • JANEIRO: 164 mortes – índice de 2.33 mortes para cada 100 mil habitantes
  • FEVEREIRO: 131 mortes – índice de 1.86 mortes para cada 100 mil habitantes
  • MARÇO: 152 mortes – índice de 2.16 mortes para cada 100 mil habitantes
  • ABRIL: 121 mortes – índice de 1.72 mortes para cada 100 mil habitantes
  • MAIO: 137 mortes – índice de 1.90 mortes para cada 100 mil habitantes
  • JUNHO: 154 mortes – índice de 2.20 mortes para cada 100 mil habitantes
  • JULHO: 126 mortes – índice de 1.80 mortes para cada 100 mil habitantes

Na página especial do Maranhão no mapa do Monitor da Violência, é possível navegar e encontrar dois vídeos: um com uma análise de um especialista indicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e outro com um diagnóstico de um representante do governo.

Objetivo

Desde o início do ano, jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados via Lei de Acesso à Informação (LAI), seguindo o padrão metodológico utilizado pelo Fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

FONTE G1

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