Leitoa destaca trabalho do governo Jackson na Baixada

O deputado Chico Leitoa (PDT) ocupou, hoje (7), a tribuna da Assembleia para destacar o trabalho do governo Jackson Lago (PDT) para tornar possível a execução do projeto que pereniza a água doce dos sete lagos da Baixada Maranhense. A proposta foi concebida nos anos 80 pelo Departamento de Obras de Saneamento (DNOS).

Segundo Leitoa, durante sua gestão Jackson Lago resgatou o projeto, atualizou seus dados, e contratou uma empresa para fazer os estudos de impacto ambiental. Posteriormente, foram realizadas as audiências públicas para dar seqüência ao que a lei exige de um projeto dessa envergadura.

Para o pedetista, a obra visa, sobretudo, melhorar a vida da população de 21 municípios da Baixada Maranhense. “Com a conclusão dos trabalhos, milhares de famílias estarão aliviadas sua vida de indigência, grande parte dela verificada no período não chuvoso”, afirmou.

Por outro lado, Chico Leitoa acha que o governo atual deveria ter dado seqüência a implantação do projeto. Segundo ele, Jackson Lago fez um convênio com o consórcio dos 21 municípios da Baixada, transferindo parte dos recursos que seriam necessários para implantar os diques da grande obra.

A obra do DNOS começa entre os municípios de Vitória e Pinheiro, na MA 014, e entre Vitória e Viana. Tem uma extensão de aproximadamente 70 km e uma altura média de 1m. Foi projetada pelos técnicos do Governo Federal para evitar a fuga das águas doces e a invasão das águas salgadas onde os peixes sobrevivem.

PÓLOS TECNOLÓGICOS

Chico Leitoa aproveitou o pronunciamento para falar, também, do programa de implantação de pólos tecnológicos de profissionalização do ensino médio, executado no governo passado, por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia, e comandado pelo secretário e professor Othon Bastos.

O parlamentar lembra que os municípios de Timom e Cururupu foram contemplados com dois pólos tecnológicos. Mas, lamentavelmente, um ano depois foram feitos apenas o muro e algumas poucas intervenções nas fundações, porque o dinheiro para concluir a obra, calculado em R$ 5 milhões, ainda não foi liberado.

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