Jovem é presa após matar filho recém-nascido asfixiado em praia badalada

O recém-nascido foi morto e asfixiado em 2019; o corpo foi abandonado

Após três anos de investigação, policiais conseguiram localizar o paradeiro de uma jovem de 22 anos que, segundo as autoridades, foi responsável por matar o filho recém-nascido asfixiado em um dos pontos turísticos mais badalados do litoral nordestino: a Praia do Futuro, em Fortaleza (CE).

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE), Bianca Rodrigues Santos era uma turista que, em 2019, desembarcou na capital cearense e que escolheu se hospedar em um hotel na Praia do Futuro.

Enquanto curtia a viagem, a jovem teria dado à luz a uma criança do sexo masculino, matado asfixiada e abandonado o corpo nas proximidades de onde estava hospedada.

O corpo do bebê foi encontrado por frequentadores da praia que localizaram o pequeno cadáver próximo à uma barraca. Uma perícia apontou que a criança nasceu com vida e que morreu por sufocamento.

Bianca foi presa no Mato Grosso do Sul e teve prisão temporária convertida em prisão preventiva, por decisão proferida na Justiça do Ceará.

Depoimento

O jornal Diário do Nordeste teve acesso a documentos que fazem parte da investigação. Neles, é relatado que pessoas, que estavam hospedadas no mesmo hotel que a jovem, ouviram choros de criança durante a madrugada do dia 29 de agosto de 2019.

No mesmo dia, a turista pediu na recepção panos e rolos de papel higiênico. Horas depois, ela teria saído com o corpo do bebê enrolado em um pano e deixado na Avenida Zezé Diogo.

Durante sua prisão, quando questionada sobre o episódio, Bianca disse que não sabia que estava grávida, até entrar em trabalho de parto. Ela disse ainda que surtou e que o bebê não chorou após o nascimento.

“Como o bebê não chorou, pegou o bebê e enrolou em um vestido vermelho descendo com ele enrolado no vestido, e deixou-o em um terreno baldio próximo ao hotel […] que sua intenção era deixá-lo no local de modo que alguém pudesse encontrá-lo”, diz trecho de um dos documentos da investigação.

Fonte: Bnews

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