Holanda presta homenagem a políticos e jornalistas falecidos

O deputado Edivaldo Holanda (PTC) prestou, nesta terça-feira (25), uma homenagem ao deputado João Evangelista, ao ex-deputado Marconi Caldas e aos jornalistas Jurivê Macedo, Telma Borges e Walter Rodrigues, recentemente falecidos. Com um discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, Edivaldo Holanda leu um texto sobre a morte, redigido pelo escritor Rubem Alves, considerado um dos maiores pensadores do Brasil.

O texto assinala que “as Escrituras Sagradas dizem que tudo tem seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer. A morte e a vida não são contrárias; são irmãs. A reverência pela vida exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja partir. Cada momento na vida é um passo para a morte”.

Edivaldo Holanda acrescentou que, a cada segundo que passa todas as pessoas têm de se preparar diante de Deus para enfrentar esta realidade, que é a morte. O deputado evocou também o padre Alfredo Leal, um dos maiores oradores do País, membro da Academia Brasileira de Letras, irmão do também imortal José Américo de Almeida, autor do primeiro livro regional do Brasil chamado “A Bagaceira”.

Alfredo Leal, ao lado do caixão de João Pessoa, tombado por balas assassinas, disse as seguintes palavras: “A morte é a lei da vida. Não há planta viçosa que esta geada não creste, flor delicada que este sol não murche, rochedo duro que este raio não lasque”.

Com estas palavras, observou Edivaldo Holanda, o padre Alfredo Leal falava da inevitabilidade da morte, desta realidade cruel para todos nós, de se ver privado, de repente, da convivência da esposa ou do marido, da felicidade de ter do seu lado o filho, vendo partir prematuramente, ou o filho ver o seu pai partir prematuramente, essa é uma realidade anunciada pelas Escrituras Sagradas”.

Edivaldo Holanda proferiu na tribuna palavras de consolo à família do jornalista Jorge Vieira, cuja esposa Telma Borges, na flor da sua juventude e na culminância de sua profissão, partiu deixando partidos os corações das duas filhas queridas e do seu esposo. “Um abraço para a família de João Evangelista, de Walter Rodrigues, de Marconi Caldas, de Jurivê Macedo. A todos eles um abraço de saudade, de fraternidade desta Casa e de todos os seus familiares e companheiros”, com estas palavras, Edivaldo Holanda concluiu seu breve discurso.

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