Em ato na Rocinha, Ciro defende ações de inteligência para combate ao narcotráfico

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse nesta sexta-feira (5) durante agenda de campanha na comunidade da Rocinha, Zona Sul do Rio de Janeiro, que vai combater o crime organizado infiltrando as organizações criminosas e mapeando “a cabeça do narcotráfico”.

“É preciso infiltrar essas organizações. Não é com fuzil e apontado para população trabalhadora, matando jovem que estava carregando um guarda-chuva, como aconteceu recentemente, que nós vamos resolver”, afirmou o candidato.

“O que nós precisamos fazer é infiltrar, mapear o caminho do dinheiro, mapear a cabeça do narcotráfico, cortar uma vez, cortar duas, cortar três, levando para presídios federais e proibindo que eles se comuniquem ali de dentro comandando o tráfico”, completou Ciro.

Ciro participou na noite desta quinta-feira (4) de debate entre presidenciáveis promovido pela TV Globo.

Além dele, participaram do debate nos estúdios Globo, no Rio de Janeiro, Alvaro Dias (Podemos), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede). O mediador foi o jornalista William Bonner.

Ciro Gomes, do PDT, faz campanha no Rio de Janeiro
Jornal Hoje
Ciro Gomes, do PDT, faz campanha no Rio de Janeiro

Ciro Gomes, do PDT, faz campanha no Rio de Janeiro

O candidato disse que pretende investir em saneamento básico e moradia adequada para atender comunidades como a Rocinha.

“A primeira providência é urbanização com saneamento básico e moradia adequada. Dinheiro para isso tem. Nós temos todas as condições de retomar as obras paradas e empregar as comunidades que estão na própria obra de saneamento”, afirmou.

Segundo ele, o Estado não oferece os serviços necessários para moradores das comunidades.

“Nós estamos na Rocinha, e não por acaso eu vim aqui. Essa é uma das maiores favelas do Brasil, e aqui é um território onde a esmagadora maioria de gente trabalhadora está amedrontada. Seja pela violência do narcotráfico ou seja pela violência do Estado que não dá ao povo trabalhador aquilo que deve.”

FONTE G1

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