Seleção tem retrospecto ruim no Centenário

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Buscando sua sétima vitória seguida nas eliminatórias, o que seria um recorde para os treinadores nacionais, Tite terá uma prova de fogo nesta quinta-feira. Enfrentar o Uruguai no Centenário nunca foi tarefa fácil para a seleção brasileira. Em 20 partidas no mítico estádio, o Brasil saiu vencedor em apenas três oportunidades.

Longos anos – décadas, na verdade – separam os triunfos brasileiros em Montevidéu. A estreia no Centenário foi vitoriosa, em dezembro de 1932. No primeiro confronto disputado no estádio, o Brasil venceu por 2 a 1. O jogo foi válido pela Copa Rio Branco, e Leônidas marcou os dois gols do Brasil.

Apenas 44 anos depois a seleção voltaria a triunfar na capital uruguai, com outra vitória por 2 a 1, em fevereiro de 1976, em jogo válido pela Taça do Atlântico e Copa Rio Branco. Nelinho e Zico marcaram os gols da seleção.

Seriam necessários mais 33 anos para o Brasil derrotar os uruguaios no Centenário. Mas não foi uma vitória qualquer. A seleção goleou por 4 a 0 em junho de 2009, em partida válida pelas eliminatórias para a Copa do Mundo. Daniel Alves, Juan, Luis Fabiano e Kaká marcaram os gols da maior vitória já registrada no duelo entre os dois rivais na casa da seleção uruguaia.

O retrospecto recente é positivo para o Brasil. São oito jogos no total sem perder para o Uruguai, incluindo partidas de eliminatórias, Copa América e Copa das Confederações.

No último jogo, as seleções empataram em 2 a 2 na Arena Pernambuco, em março do ano passado, no primeiro turno das eliminatórias para a Copa de 2018. A última vitória uruguaia foi em 2001, por 1 a 0, no Centenário, na estreia de Luiz Felipe Scolari no comando da seleção.

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