Profissionais de 20 escolas da rede de ensino participaram da oficina

Profissionais de 20 escolas da rede de ensino participaram da oficina
Profissionais de 20 escolas da rede de ensino participaram da oficina

A Prefeitura de São Luís promoveu nesta quinta-feira (16) uma oficina de sensibilização de profissionais de 20 escolas da rede de ensino municipal sobre os temas DST/Aids e Hepatites Virais. A ação é resultante da parceria dos governos municipal e federal na execução do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), eixo componente do Programa Saúde na Escola (PSE). Durante a oficina de sensibilização, professores, coordenadores pedagógicos e gestores escolares assistiram a uma palestra e depois participaram de uma roda de conversa, com o objetivo de se tornarem multiplicadores da formação no ambiente escolar.

Em São Luís, o programa é executado por meio de uma articulação entre as pastas da Educação (Semed) e Saúde (Semus). “O Programa Saúde na Escola é uma experiência de amplo sucesso em nossa rede. Valorizamos ações como essas, que sensibilizam nosso corpo pedagógico para multiplicar conhecimentos de promoção da saúde entre os nossos estudantes”, disse o secretário municipal de Educação, Geraldo Castro Sobrinho.

A assistente social e coordenadora do Programa Saúde e Prevenção nas Escolas em São Luís, Rita de Cássia Furtado Rodrigues, destacou a intenção de envolver também comunidade e famílias nesse processo de sensibilização. “Temos pontuado essas questões  em escolas que ficam próximas a unidades de saúde, de modo a garantir atenção especial e sensibilização no atendimento desses adolescentes”, informou a coordenadora. Na ocasião, a coordenadora municipal do SPE apresentou dados epidemiológicos acerca das DSTs e realizou oficina de avaliação das ações relacionadas já desenvolvidas nas escolas.

Para a professora de Ciências da Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Sá Valle, Carla Susana Lucena Boueres, o impacto do projeto é positivo, já que gera conhecimento em uma área que desperta tanto curiosidade quanto dúvidas nos jovens. “É muito importante discutir questões como sexualidade e doenças sexualmente transmissíveis com um público como esse, que está vivenciando tantas transformações no corpo e na mente”, avaliou a professora, defendendo a extensão da discussão do tema para o ambiente familiar.

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