Prefeitura realiza I Seminário de Qualificação Profissional do ProJovem

Permitir que o aluno conclua a educação básica, qualificá-lo para o mercado de trabalho e incentivar a formação cidadã dos jovens. Esses são alguns dos eixos que norteiam o ProJovem Urbano, programa do governo federal que beneficia os jovens entre 18 e 29 anos, alfabetizados e que não concluíram o ensino fundamental. Em São Luís, a Secretaria de Educação (Semed) executa o ProJovem. Nesta semana, um grupo de alunos do programa participou do I Seminário do Empreendedor, no auditório Mário Meireles na Universidade Federal do Maranhão.

Os alunos que participam do projeto escolhem um dos cursos, “Construção e Reparos” ou “Telemática” e após os 18 meses de formação estão habilitados para ingressar no mercado de trabalho. “O curso nos dá uma esperança. Além do ensino fundamental saímos com uma qualificação para trabalhar. Os professores são bons e nos incentivam a continuar estudando”, disse a aluna Luciene Pires.

Em São Luís, o ProJovem está presente em seis polos, nos bairros do: Coroadinho, Anjo da Guarda, Centro, Cidade Operária, Santa Bárbara e no Parque Timbira. A iniciativa fortalece a política de capacitação profissional norteada pela gestão Edivaldo Holanda Júnior. No próximo dia 31 será a formatura dos alunos que ingressaram nesta edição do programa.

A professora Tereza Naufel, aponta que participar do projeto é gratificante e recompensador. “Perceber que os alunos têm a oportunidade de crescer profissionalmente é a nossa grande alegria. Ao concluir uma turma, saímos com a certeza de que contribuímos para a formação destes jovens e que eles estão preparados para ingressar no mercado de trabalho”, afirmou a professora.

Para conversar com os alunos sobre motivação e valores humanos, a coordenadora do Programa na Semed, Fernanda Passos, convidou o professor Cidinho Marques para ministrar a palestra “Visão Empreendedora”. “É uma satisfação muito grande ter tantos alunos reunidos ouvindo sobre cidadania e empreendedorismo. A grande lição que aprendemos é que cada um é capaz de construir sua própria realidade”, concluiu a coordenadora.

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