Por R$ 200 reais: Menina de 11 anos é brutalmente violentada por três evangélicos a mando do próprio pai   

Três homens de 40, 56 e 58 anos foram presos pelo estupro de uma menina de 11 anos. A prisão deles aconteceu por volta das 12hs do dia (1º), no Bairro Parque do Lageado, região sul de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Um dos suspeitos é o pai da menina. Ele relatou à polícia que havia recebido R$ 200 para deixar a filha na casa dos autores. O dinheiro seria usado para comprar “mistura”.

A Polícia Militar foi acionada por moradores para atender um caso de suspeita de estupro, pois na casa havia uma criança com dois homens. Ao chegar ao local, a equipe encontrou o imóvel fechado e escutou os gritos da vítima pedindo por socorro.

Um dos policiais, então, pulou o muro e arrombou a porta da sala e encontrou a menina sendo violentada. O autor de 58 anos vestia apenas uma calça jeans com o ziper aberto. A criança correu assustada em direção ao militares e relatou os abusos.

Revoltados com a situação, cerca de 70 moradores se aglomeraram com paus, pedras e tentaram linchar o estuprador o chamando de Jack (gíria usada para se referirem aos estupradores). O suspeito chegou a ser agredido pelo grupo. Para dispersá-los, a PM chegou a disparar quatro tiros para cima e acionou reforço policial.

Depois da confusão, a menina conseguiu contar que na casa havia mais uma pessoa e que seria o irmão da igreja. O suspeito havia fugido quando percebeu a presença da polícia no local. Na sequência, ele foi localizado e preso. Desde o dia 30, segundo testemunhas, a menina estava na casa dos autores.

O pai da criança foi localizado trabalhando na reforma de uma casa que pertence a um dos autores. Ele revelou que havia recebido R$ 200 para deixar a menina frequentar à casa deles. Por diversas vezes, os moradores tentaram agredir os suspeitos e a polícia teve que disparar tiros de borracha para evitar uma tragédia.

Os três foram presos em flagrante e levado para a Deam ( (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), mas o caso será investigado pela Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente). 

Textos Campo Grande News

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