O médico Mariano de Castro e Silva foi encontrado morto na noite de quinta-feira (12), no apartamento em que cumpria prisão domiciliar no bairro de Ininga, em Teresina-PI. Ele era suspeito de participar de um esquema na Saúde do Maranhão, que foi descoberto em operação da Polícia Federal.
O corpo do médico levado para perícia em Teresina. Ele ocupou os cargos de chefe do Serviço de Atendimento de Urgência (SAMU), na Prefeitura de Coroatá e de assessor da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) lamentou a morte do ex-servidor e informou que ele foi vítima da Justiça. “O médico Mariano de Castro e Silva foi vítima do período absolutamente autoritário que vive o Brasil, com restrições de direitos, presunção de culpa e ofensa a preceitos fundamentais da Constituição”, informou a SES por meio de nota.
Operação
Em 2015, a Polícia Federal no Maranhão deflagrou a Operação Sermão aos Peixes, com o objetivo de inibir o desvio de recursos públicos federais do Fundo Nacional de Saúde, destinados ao Sistema de Saúde do estado do Maranhão. Mais de 200 policiais federais e 10 servidores da CGU participaram da operação.














