Justiça condena três pessoas a 14 anos de prisão pela morte de “Tatuador”

Terminou por volta as 23h, dessa terça-feira (26), o julgamento oficial do trio acusado de ter assassinado a tiros, Ciro Martins Silva, conhecido como “Tatuador”, fato ocorrido no dia 22 de junho de julho de 2011.

George Sandres, técnico da Receita Estadual, o filho dele, George Aluísio e Ramon Mendes de Araújo foram condenados a 14 anos de prisão em regime fechado.

Após a sentença proferida no Fórum de Justiça de Imperatriz, eles foram levados diretamente para o presídio. Cabe lembrar que os suspeitos aguardavam o julgamento em liberdade.

George Aluísio e o filho George Sandres são acusados de serem os mandantes, enquanto Ramon Mendes teria sido o autor dos disparos que mataram Ciro. Ele, porém, nega e disse em juízo que a sua participação no crime teria sido porque indicou o endereço da casa do tatuador.

O crime teria sido motivado por vingança e planejado pelo pai e filho. Tudo começou na chamada Praia do Goiás, povoado Bela Vista, no município de São Miguel. Segundo a polícia, o tatuador Ciro Martins pediu para George Aluísio pagar uma cerveja para ele. O jovem recusou-se e isso teria gerado uma discussão, ocasião em que George Aluísio desferiu um soco no rosto de Ciro Martins.

Segundo as investigações da Polícia Civil, junto a Ramon Mendes, George Aluísio e o pai George Sandres foram até a casa do tatuador Ciro Martins, onde o colocaram à força no Fiat Punto de propriedade do fiscal e o levaram para o antigo “Buraco Fundo”, próximo a Quinta do Jacó,

onde o executaram.

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