Governo pode rever idade mínima de aposentadoria; Odebrecht teria citado Alckmin.

A reforma da previdência continua sendo tratada com destaque nos jornais. O Globo destaca que a “Exclusão de bombeiros e PM agrava crise dos estados”. As duas categorias respondem por um déficit de R$ 28,8 bi nas finanças, quase metade do rombo dos 26 estados e DF.

O governo havia se comprometido de incluir as categorias na mudança constitucional. Eles se aposentam hoje com menos de 50 anos. O Estado de S. Paulo também fala do assunto, mas informando que o “Planalto admite rever idade mínima de aposentadoria”.

A Folha de S. Paulo trata na manchete de uma suposta declaração que teria sido feita pela Odebrecht na delação ainda não homologada, de que a empresa teria pago caixa 2 nas campanhas do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de 2010 e 2014.

Um cunhado do governador de São Paulo teria recebido R$ 2 milhões em dinheiro vivo em seu escritório. “Odebrecht diz ter pago caixa 2 a Alckmin em dinheiro vivo”. O governador afirma que só os tesoureiros foram autorizados a pegar doação.

A Folha informa que o governo está pensando em liberar parte do FGTS para pagamento de dívida pública. O Estadão diz que o governo prepara um pacote de ajuda às empresas.

Outro destaque na Folha é a informação de que o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) teria pedido ao então ministro Edson Lobão para interferir em seu favor em terra que ocupa no Rio Grande do Sul.

O presidente Michel Temer recuou da decisão de nomear um deputado tucano para o cargo de ministro da Secretaria de Governo. Falava-se no deputado Antonio Imbassahy, mas o centrão reagiu e ele desistiu da nomeação.

O Valor trata na manchete do programa de venda de ativos da Petrobras. A empresa continua vendendo vários investimentos para fazer caixa, reduzir dívida e se concentrar no seu negócio principal.

Em alguns casos a estatal do petróleo está impedida de vender ativos por liminares judiciais e decisão do Tribunal de Contas da União (TCU). “Apesar da decisão do TCU, Petrobras vende ativos”.

Nos cadernos internacionais, o destaque é para o presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump, que está fazendo exatamente o que disse na campanha: nomeou uma pessoa que não acredita em aquecimento global para a agência de meio ambiente, e um empresário do setor de fast food, crítico do aumento do salário mínimo e do pagamento de horas extras, para o Departamento do Trabalho.

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