Tampar recipientes é uma das ações usadas para diminuir risco da dengue
O risco de epidemia de dengue no Maranhão, que de janeiro ao inicio de março, registrou 916 casos da doença, levou as autoridades a intensificar campanhas de conscientização contra o mosquito aedes aegypti. O número é quase três vezes maior que o contabilizado no mesmo período de 2014, quando ocorreram 390 casos.
A maior preocupação da vigilância epidemiológica é com a reprodução acentuada do mosquito transmissor da dengue. Levantamento do Ministério da Saúde aponta que São Luís é uma das 18 capitais brasileiras em estado de alerta para epidemia da doença. Na capital, 1% das casas pesquisadas apresentaram larvas do aedes aegypt.
Em apenas dois meses, 53 casos da doença segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde. Por isso, diversas ações foram desencadeadas para o combate ao mosquito que transmite a dengue.
O coordenador do programa de combate à dengue da Semus, Pedro Tavares, disse que algumas medidas são rotineiras como, por exemplo, a visita dos agentes casa a casa. Porém, outras são campanhas pontuais nos períodos de maior incidência, como o das chuvas, deste início de ano.
“Temos duas ações importantes que temos colocado em prática com a Semosp, que é o recolhimento diário de pneus para eliminar o máximo esse criadoro e também o bota fora, onde recolhemos todo o material inserviveis que existem nas casas e não coletados na coleta diária. O objetivo é evitar a proliferação do mosquito da dengue e de outros animais nocivos como ratos e baratas qeu se abirgam nestes locais”, destacou.
Trezentos e quarenta municípios brasileiros se encontram em situação de risco para ocorrência de epidemia de dengue e mais 877 estão em alerta. No total, 1.844 municípios brasileiros realizaram o levantamento, entre janeiro e fevereiro deste ano. No ano passado, 1.459 municípios fizeram a pesquisa no mesmo período do ano.
A programação do Bota Fora segue um cronograma de cobertura para atender todos os bairros.














