
O ano 2018 não começou bem para os profissionais da área de saúde do Município de São José de Ribamar, Região Metropolitana de São Luís.
No inicio da manhã desta quinta-feira (4), os sindicalistas do Sindsaúde, Sintema, e Força Sindical, promoveram manifestações em frente à única maternidade publica municipal.
Os profissionais contratados pela empresa (Vitale), entre eles, Técnicos e Auxiliares de enfermagem reivindicam pagamentos de rescisões contratuais. Muitos destes profissionais não receberam o 13º salário e nem o salário atual, afetando até mesmo parte dos servidores públicos que deveriam receber os seus vencimentos até a quarta-feira (20-12/2017).
Revoltada com a situação, a técnica em Enfermagem, Lugnani disse que faz mais de quatro meses que ela não ver a cor de seu dinheiro.
“É um descaso e muita falta de irresponsabilidade do Prefeito Luís Fernando Silva, em não tomar nenhuma atitude e muito menos prestar qualquer esclarecimento sobre essa grave situação”.“Trabalhamos com vidas, isso é falta de respeito com os moradores”. Reclamou a enfermeira.
A situação piora ainda mais quando o prefeito da cidade, se nega a prestar esclarecimentos sobre o dinheiro que ainda não depositou na conta profissionais que prestaram serviços para a prefeitura , adotando uma medida radical contra os pais de família e a população doo município, que deve ficar sem atendimentos por conta da falta de responsabilidade e compromissos de campanha .
As entidades, funcionários da empresa e servidores do município, acusam Luís Fernando de descaso com a saúde do município, ainda revoltados com o atraso dos salários e o 13º que não recebem.
Na passeata, os manifestantes afirmaram que a falta do 13º também prejudica o comércio local .
Até o momento o executivo não apresentou dados satisfatórios sobre o orçamento da saúde do município, nem da https://www.atosefatos.jor.br/wp-content/uploads/2023/03/voz_do_brasil_1711222143-1024×613-1.jpgistração como um todo, e nenhuma auditoria nas contas da prefeitura foi apresentada.
A empresa contratada pelo prefeito Luís Fernando, também foi acusada pelos funcionários de aplicar um sonoro calote em centenas de trabalhadores, deixando de pagar salários, décimo terceiro e rescisões contratuais
Por Mauro Garcia