Defensoria Pública participa de encontro com meninas da Cidade Olímpica em prol do protagonismo juvenil

Elas são determinadas, corajosas, inteligentes e absolutamente dispostas. Todos esses atributos ajudam a descrever algumas das qualidades reunidas pelo grupo de adolescentes que fazem parte do “Menina Cidadã”, projeto que já conta com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e que já alcançou mais de 250 jovens em vulnerabilidade social e econômica, na macrorregião da Cidade Olímpica e Cidade Operária, em São Luís. O grupo, criado em dezembro de 2020, impacta jovens e adolescentes que vivem em exclusão social, empobrecimento e violência. Foi essa experiência que as líderes do projeto apresentaram nesta quarta-feira (01) à Defensoria Pública, durante encontro na própria comunidade onde vivem, com o defensor público Davi Rafael Veras, titular do Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente.

O defensor Davi Veras pôde conhecer melhor o trabalho sério e transformador que o projeto “Menina Cidadã” tem desenvolvido, com apoio de outras organizações, como o Centro de Defesa Pe. Marcos Passerini e a Fundação Justiça e Paz se Abraçarão (FJPA). “São meninas muito engajadas, que fazem um excelente trabalho na comunidade e já têm plena dimensão sobre a importância do empoderamento juvenil. A gente veio para conversar com elas, conhecer o projeto, saber as demandas da comunidade, sobretudo, as voltadas para a atuação do nosso núcleo”, comentou o defensor.

Na ocasião, as integrantes do grupo apresentaram uma carta de reivindicações, em que narram, sob as próprias perspectivas, as necessidades da comunidade. Diante disso, o defensor público Davi Veras aproveitou para apresentar o núcleo especializado da infância e da adolescência.

“Explicamos o nosso trabalho e nos colocamos à disposição para sermos acionados a qualquer tempo, sem intermediários, sem representantes”, enfatizou o defensor, ao afirmar que diversos projetos do núcleo serão desenvolvidos em conjunto com o grupo de meninas da comunidade. “Traçamos várias estratégias, vamos levar a campanha de enfrentamento à violência sexual, a campanha da atenção básica, entre outros. O mais legal é poder aprender com essas meninas tão empoderadas!”, finalizou.

Fonte da matéria postada: Assessoria Defensoria pública

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