Debate ao governo do Estado do Maranhão reúne seis candidatos

Candidatos responderam a perguntas feitas por adversários e jornalistas do Grupo Mirante.

Seis candidatos ao governo do Maranhão participaram, na noite desta quinta-feira (1º), ao debate da disputa estadual realizado pelo portal Imirante.com, em São Luís.

Estiveram presentes nos estúdios do Grupo Mirante, na capital maranhense, Carlos Brandão (PSB), Enilton Rodrigues (PSOL), Joás Moraes (Democracia Cristã), Lahesio Bonfim (PSC), Simplício Araújo (Solidariedade) e Weverton Rocha (PDT).

A participação no debate foi definida pela pontuação que obtiveram os candidatos na primeira pesquisa Ipec (Ex-Ibope), divulgada em 23 de agosto, pela TV Mirante.

O debate foi dividido em quatro blocos:

  • Primeiro bloco: temas livres com perguntas sorteadas. O candidato que vai responder e comentar a resposta do concorrente, também serão sorteados. As perguntas são de jornalistas do Grupo Mirante.
  • Segundo bloco: perguntas entre os candidatos com temas definidos e escolhidos por sorteio.
  • Terceiro bloco: perguntas de tema livre, feitos entre si entre os candidatos, sem necessidade de sorteio.
  • Quarto bloco: considerações finais.

Primeiro bloco

Os temas das perguntas feitas pelos jornalistas foram: Fundo de Previdência (FEPA); índices de pobreza; esporte; privatização da Caema; recursos gerados pela importação de produtos industrializados básicos e proteção dos povos indígenas no Maranhão.

Joás Moraes (DC) falou sobre o Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (FEPA): “Nós temos o FEPA hoje em uma situação caótica em função de que os nossos servidores públicos não têm a garantia do seu aposento depois de toda a sua jornada de trabalho. Vamos injetar o recurso para que a economia gere impostos suficientes para a recuperação do FEPA

Lahesio Bonfim (PSC) falou sobre a infraestrutura e a geração de renda: “Nós tivemos um governo que não priorizou a produção, que não investe em infraestrutura, que oprime o empresariado, que aumentou a carga tributária e que não teve sensibilidade de baixar o ICMS para que ocorresse a geração de emprego. Com isso, nós tivemos um Estado que vive uma condição lastimável de pobreza e de miséria. Nós precisamos imediatamente diminuir a carga tributária, incentivar a nossa iniciativa privada a gerar emprego e renda”

Weverton Rocha (PDT) destacou a importância do incentivo ao esporte para o combate ao crime“Iremos criar novos centros de juventude em toda a Timon. Tenho certeza que com o esporte, a cultura e o fortalecimento da educação, nós teremos uma condição importante, que é a qualificação profissional. Dentro dessa política esportiva eu irei incentivar os clubes, porque quanto mais jovens no esporte, menos pessoas no crime”.

Simplício Araújo (Solidariedade) falou sobre a agregação de valores aos produtos que saem do Maranhão: “Se nós tivermos aqui o processamento de uma parte da produção, nós vamos permitir as fábricas de rações, e, a partir dessas fábricas, nós teremos a produção de peixes, frango, gado e nós vamos ter os frigoríficos, que vão empregar e agregar valor a esses produtos que saem aqui do Maranhão”

Enilton Rodrigues (PSOL) afirmou que os problemas na proteção aos povos indígenas é uma questão nacional: “Vamos resolver tendo prioridade política. Vamos fazer um debate com as organizações das comunidade quilombolas e uma política correta. Esses territórios precisam ser regulamentados, a gente sabe que é uma questão nacional”

Carlos Brandão (PSB) ressaltou as políticas públicas realizadas em seu governo em benefício aos povos indígenas: “A gente criou uma faculdade para capacitar os indígenas para que eles possam dar aulas nos seus povoados e aldeias. Eu já nomeei na Secretaria de Direitos Humanos um secretário adjunto indígena para prestigiar os indígenas. Nós aprovamos uma lei que fez a regularização fundiária”

Segundo bloco

No segundo bloco, os candidatos fizeram perguntas entre si, com temas definidos e escolhidos por sorteio, com direito a réplica e tréplica. Os temas das perguntas foram: saneamento básico, educação, meio ambiente, infraestrutura, cultura e turismo.

Lahesio Bonfim (PSC) perguntou porque Weverton Rocha (PDT) votou contra o marco do saneamento básico. O candidato respondeu “Quem é aqui que tem coragem de ser contra o saneamento básico? Saneamento básico é saúde, saneamento básico é vida. Weverton governador, eu irei enfrentar de verdade esse tema de forma série. O candidato talvez não tenha lido o texto e não conhece o que foi debatido dentro do Congresso. O que nós discordamos foi da forma como foi tratado, simplesmente, a privatização de uma área, em áreas estratégicas. Por exemplo, no Maranhão, apenas umas cinco, sete cidades se adéqua à norma que estava sendo debatida no Congresso Nacional. Nem a São Pedro dos Crentes, que ele tanto coloca como humilde, pequena e coitada, não teria condições de se adequar a esse projeto. Lá é até 2030 que eles dão a condição de fazer a universalização desse serviço. Se a empresa não cumpre, ela pode ter mais 10 anos pra poder implantar o serviço de saneamento”.

Weverton Rocha (PDT) questionou o candidato Joás Moraes (DC) sobre educação, perguntando o que o candidato do DC pensa em relação a educação para o Maranhão. Ele afirmou que “não podemos partidarizar a educação, ela tem que ser um fundamento básico para o povo. E, qualquer que seja o partido ou governo, ele tem que priorizar a educação nas suas bases, que alcance quem está fazendo educação com qualidade e o público que está recebendo essa educação. O senhor fez parte desse governo que agora está findando, o senhor viu um projeto de educação que faliu, porque não conseguiu avançar nesses indicadores. E nós, que somos operadores da educação, você, professor que atua no cotidiano da sala de aula, sabe que as escolas estão sucateadas, que nós não temos condições de trabalho, nem sequer temos a folha de papel para que possamos direcionar os trabalhos com nossos alunos. Falar de educação integral, sem ter a estrutura necessária para que a educação parcial funcione, é utopia.”

Joás Moraes (DC) perguntou ao candidato Carlos Brandão (PSB), em relação ao meio ambiente, sobre como ele irá atuar na solução da degradação do meio ambiente, se está no governo há mais de 8 anos e não conseguiu fazer essa solução. Brandão afirmou que “estamos com um projeto já licitado e vamos assinar, na próxima semana, a ordem de serviço para fazer a balneabilidade de todas as praias de São Luís. Vamos fazer todo o esgotamento sanitário desses rios e córregos que chegam até o mar. Essa é uma obra que vai custar cerca de R$ 45 milhões de reais. Assim como já fizemos um anel em torno da lagoa, agora vamos fazer uma adutora para levar até a estação de tratamento do Jaracaty”.

Carlos Brandão (PSB) perguntou para o candidato Simplício Araújo (Solidariedade), sobre infraestrutura, a cerca do que ele pretende fazer na área caso seja eleito. O candidato afirmou que “na infraestrutura eu estou realmente chocado, porque eu vejo mais de 2 bilhões de emendas secretas circulando aqui no Maranhão e, no seu governo, no governo que você vai concluir, você colocou mais de R$ 180 milhões na Sinfra, a gente não está vendo essas obras pelo Estado do Maranhão. Nós estamos com problemas seríssimos, por exemplo, com várias pontes, que tanto o orçamento secreto quanto o seu governo poderiam ter resolvido. Nós temos urgências a resolver, como é o caso do ICMS, e nós estamos vendo um governo paralisado, fazendo apenas política. O ICMS é um exemplo, o caso dos ferry é um exemplo. Se a gente pegar, por exemplo, só o que você botou lá na Sinfra dá pra comprar seis ferrys boats, se a gente pegar só o que você está gastando na saúde, sem critério nenhum, dá para gente fazer tantas e tantas obras aqui no Maranhão, e é isso que vou fazer, vou redirecionar o dinheiro do povo para obras que beneficiem o povo”.

Simplício Araújo (Solidariedade) questionou o candidato Enilton Rodrigues (PSOL) sobre cultura. O candidato explicou que “o último período, a gente sabe que a cultura foi barbaramente atacada. O presidente da República vetou a lei Paulo Gustavo, felizmente, o Congresso Nacional derrubou esse veto. Isso é uma política desastrosa, para uma categoria tão importante como os artistas e que tanto sofreu durante o processo da pandemia, que ainda não acabou. O nosso governo, a partir de janeiro de 2023, vai fazer com que os fazedores de cultura possam, por exemplo, definir a orçamento da cultura. O nosso governo vai colocar, na Secretaria Estadual de Cultura, orçamento para que a gente possa ter políticas que vá atender todo esse setor tão importante para o nosso estado”.

Enilton Rodrigues (PSOL) questionou o candidato Lahesio Bonfim (PSC), em relação ao turismo, sobre qual a política dele para desenvolver o turismo no Estado. O candidato afirmou que “nós temos as mais belas belezas naturais do mundo. A França vive de uma torre, o Egito vive de pirâmides, nós poderíamos muito bem viver dos Lençóis Maranhenses, mas nós precisamos de infraestrutura, só tem produção, só tem desenvolvimento onde tem infraestrutura. Então, no meu governo nós vamos priorizar o turismo, nós vamos investir na infraestrutura, nós vamos diminuir o ICMS para rapaziada da hotelaria, para que nós possamos aumentar os nossos leitos, pra que nós possamos investir, pra que o homem, que realmente dá emprego, possa investir no nosso Estado. E o turismo dever ser uma fonte de riqueza, porque é a maior indústria produtora de emprego do mundo, mas nós precisamos dar condições pra que as pessoas invistam e gerem emprego”.

Terceiro bloco

No terceiro bloco, os candidatos fizeram novamente perguntas entre si, com temas definidos e escolhidos por sorteio. Os temas das perguntas foram: agricultura familiar,

Carlos Brandão (PSB) foi questionado por Weverton Rocha (PDT) sobre suas propostas para a infraestrutura e rebateu a fala do candidato a respeito do orçamento secreto no Maranhão: “Nosso governo foi o que mais pavimentou estradas em toda a história, foram mais de seis mil quilômetros, inclusive as federais. Vamos continuar ampliando, eu sei que muitos aqui foram contra as vias urbanas, entendem que não é interessante pavimentar as ruas dentro das cidades, mas vamos continuar fazendo mais. Temos 12 regionais, inclusive temos empresas licitadas, e prontas para trabalhar (…) Não tem orçamento secreto e todos os recursos que a gente recebe, muito pouco do governo federal, os parlamentares hoje fizeram uma aliança com os prefeitos, não há mais aquela interlocução antiga que existia da gente reunir a bancada para mandar recursos para o estado. Hoje, os deputados e senadores se reúnem e colocam os destinos dos recursos para os municípios. E no nosso caso, todos os recursos que chegam no estado, a gente coloca no Portal da Transparência, tem licitação, o nosso recurso é transparente. Não existe hospital secreto, policlínica secreta, restaurante popular secreto e não existe asfalto secreto”.

Joás Moraes (Democracia Cristã) é questionado por Carlos Brandão (PSB) sobre suas propostas para a agricultura familiar do Maranhão. Ele disse: “A agricultura familiar é a maior propulsora do desenvolvimento para a economia dentro do estado. Acabamos de discutir aqui a questão do agronegócio que não deixa os royalties necessários para que o pequeno não se desenvolva, nós precisamos, enquanto governo do Estado, promover a assistência técnica qualificada para que, esse pequeno produtor, possa produzir efetivamente com qualidade e ter condições dessa produção alimentar sua própria casa. A agricultura familiar não precisa só do registro da terra. Nós vamos colocar em cada município assistência técnica de qualidade para que o pequeno possa acessar o fomento nos bancos, vamos estabelecer um fundo garantidor para aquele que não tem a sua propriedade, possa acessar o recurso e produzir com qualidade, crescendo com sua propriedade. Nós queremos um Maranhão produtivo, que se usufrua nessa produção, e consiga gerar trabalho e renda, principalmente na zona rural, fortalecendo em seguida em todo o estado”.

Enilton Rodrigues (PSOL) foi questionado por Joás Moraes (Democracia Cristã) sobre a chegada do 5G no Maranhão. Ele disse: “Essa é uma realidade que está acontecendo, mas não para os 217 municípios do Estado. O nosso programa de governo para a área da ciência e tecnologia é estar capacitando os técnicos do governo e colocando esse elemento na pauta do dia. Mas a gente acredita que a grande prioridade do Maranhão hoje é a gente produzir no investimento, girar a roda do que é prioridade política no estado. A gente pode usar as nossas universidades estaduais, usar todo esse corpo, toda essa ciência produzida nesses campos para que a gente possa desenvolver e fazer com que essa tecnologia chegue para todos”.

Weverton Rocha (PDT) foi questionado por Enilton Rodrigues (PSOL) sobre suas propostas para o desenvolvimento sustentável no Maranhão. Ele disse: “Há possibilidade de você estimular esse desenvolvimento dentro das suas possibilidades. Nós temos a agricultura familiar, que ela trata também o desenvolvimento, nós temos também a industrialização do estado, que é outra frente que eu vou abrir, a frente do turismo que vai ser a geração de emprego e nós também vamos estimular os serviços no Maranhão. Para a gente fazer um desenvolvimento sustentável é preciso conhecer o nosso Estado e claro, você fazer essa articulação via todas essas possibilidades que ela tem. No Maranhão, você não tem como criminalizar uma frente, você tem que dar obra, dar frente, articular. Então, o agro no Maranhão é bem-vindo, a agricultura familiar é super bem vinda, aliás no meu governo, a agricultura terá voz e vez”.

Lahesio Bonfim (PSC) foi questionado por Weverton Rocha (PDT) sobre suas propostas para a área da infraestrutura de estradas estaduais, ele criticou a última gestão estadual “Nós conhecemos e nós precisamos investir muito em infraestrutura, porque não tem como produzir ou gerar empregos. Se não tem como gerar emprego nós vamos continuar na pobreza e nesse assistencialismo. O atual governo só está fazendo obras e fazendo asfalto sonrisal, eles não querem ser os governantes das estradas”.

Simplício Araújo (Solidariedade) foi questionado por Lahesio Bonfim (PSC) sobre suas propostas para a área da educação e ele propõe “Nós vamos acabar com essa caminhada dos IEMAs e criar os Institutos de Emprego, Produção e Renda, vai ficar o IEMA, não vai fechar e ninguém será demitido, mas os institutos que nós vamos criar eles vão conversar com a produção, as cadeias produtivas e o emprego. Porque hoje a pessoa está saindo do IEMA e tem o desafio de procurar emprego. Nós vamos já preparar esse jovem para sair desses institutos para sair com uma visão de trabalho, com um emprego ou algo já garantido ali, ou trocar experiência com outros campos da economia, das cadeias produtivas, porque nós precisamos preparar os maranhenses para usufruir das riquezas do Maranhão”.

Weverton Rocha (PDT) foi questionado por Joás Moraes (DC) sobre a desarticulação dos equipamentos públicos da segurança. Ele afirmou que “Como Senador, enviei R$ 8 milhões que já foram licitados, comprados e eu estou esperando o governo entregar, talvez o Brandão só entregue depois da eleição para não me dar os méritos. Mas são 10 viaturas blindadas para ajudar a combater o crime organizado, ônibus e viaturas para atender as patrulhas Maria da Penha. Eu vou organizar o plano de cargos e carreiras da Polícia Militar, eu também vou organizar a lei que vai dar toda a organização dentro dessas companhias, a questão das promoções. É preciso se ter uma regra clara, para não ficar nessas regalias. Vou criar a lista tríplice para o Comando-Geral da Polícia Militar, os oficiais terão que escolher três oficiais representantes e o governador irá escolher um que represente melhor a sua trota. Também estarei atento para concursos para escrivão e de outros cargos nos municípios. O Corpo de Bombeiros também terá total legitimidade e o meu apoio e a Polícia Técnica também”.

Quarto bloco

Ao final, cada um teve oportunidade de fazer as considerações finais.

  • Carlos Brandão (PSB): “O nosso governo foi aquele que deu certo. […] Alguns participaram do governo e hoje esquecem de dizer que o governo é bom. Mas eu posso dizer para vocês que ampliamos a saúde. […] Com relação ao orçamento secreto, o nosso querido Weverton entende bem. Vocês podem acessar minha via pública e eu não respondo a nenhum processo durante 30 anos de vida pública. Acesse o site do Weverton e você vai ver a quantidade de processos de ele responde”
  • Enilton Rodrigues (PSOL): “[..] Sou candidato a governador pelo PSOL, a única chapa 100% Lula aqui no Estado do Maranhão. Vocês puderam ver aqui no debate tiveram candidatos que esconderam o seu presidente, tem candidato que tem vice do presidente Bolsonaro”
  • Joás Moraes (Democracia Cristã): declarou que a maioria dos que estavam no debate já tiveram a sua oportunidade e são políticos profissionais. Afirmou que vai fazer a diferença na gestão do Estado porque “vamos atender pequeno produtor, nós vamos estender a mão para as famílias, pra família que tem um idoso necessitando de um apoio financeiro pra comprar o seu remédio, pra família que tenha criança com necessidades especiais, que precisa ter um atendimento especializado que o Estado não está concedendo isso. Nós vamos alcançar a classe trabalhadora também, principalmente o servidor público, que hoje o Estado concorre contra os direitos. O Estado hoje entra na Justiça contra os direitos do servidor público. Eu sou professor, e os precatórios não foram pagos, porque o Estado entrou na Justiça contra os professores. É compromisso nosso pagar todos os débitos que o Estado tem para com o servidor público”.
  • Lahesio Bonfim (PSC): afirmou que fez a diferença no Maranhão, que pegou a cidade de São Pedro dos Crentes e colocou no mapa do Estado, como sinônimo de uma cidade que se desenvolveu. Ele disse, ainda, que “agora nós temos um desafio muito grande, o Maranhão precisa muito de nós e nós temos a coragem pra enfrentar esse desafio. Nós estamos levando esperança aos lares maranhenses como nunca se pensou. Mas o Maranhão tem urgência pra se desenvolver, porque nós somos um Estado riquíssimo que não pode estar de joelhos, esperando alimento nas ruas. Nós precisamos nos desenvolver e crescer, gerar emprego e renda. E é por isso que nós temos o melhor projeto, o maior projeto habitacional que esse Estado já viu, o maior projeto de geração de emprego que esse Estado já viu”.
  • Simplício Araújo (Solidariedade): o candidato questionou a desigualdade social no estado, afirmou que pretende acabar com o problema da fome no Maranhão e fez propostas de governo “Eu quero desenvolver o Maranhão. Todo mundo tem uma trajetória e eu acredito no que eu estou propondo, porque para a gente resolver o problema do Maranhão, nós temos que diminuir as desigualdades. Nós temos muita gente passando fome enquanto a gente tem outros sobrevivendo e pendurados em prefeituras ou governos, sem dar nenhum tipo de assistência. A gente precisa acabar com a informalidade e precisamos acabar com a fome. Não dá mais para a gente conviver com o Brasil inteiro progredindo e a gente aqui travado”.
  • Weverton Rocha (PDT): rebateu a negativa que o candidato Carlos Brandão disse sobre o orçamento secreto no Maranhão, falou sobre suas propostas para o Estado e disse que irá fazer parcerias com o Governo Federal, independente de quem for eleito como presidente: “O RP9, que é do Governo Federal apelidaram como ‘Orçamento Secreto’, queria te informar que vocês receberam R$ 49 milhões, empenhado e pago R$ 33 milhões na conta do estado, em várias áreas. Vou criar o programa ‘Primeiro Emprego’, que foi instituído no governo da Roseana Sarney, mas eu irei fazer para você que é jovem e nunca trabalhou. Eu vou criar o programa ‘Segunda Chance’ para mulheres acima de 50 anos, para que elas possam voltar para o mercado de trabalho, a ‘Casa do Empreendedor’ para que ele possa ser estimulado a ter seu próprio negócio […]”.

Fonte: G1 MA

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