avanço da variante delta do coronavírus faz países adotarem dose de reforço, apesar de pedido da OMS para esperar até que ao menos 10% das pessoas em todo o mundo estejam vacinadas.
Com o avanço da variante delta do coronavírus, alguns países consideram ou já começaram a ministrar uma terceira dose de vacina em sua população.
O debate sobre essa medida ainda divide especialistas. Sem um consenso sobre o tema, cada país tem adotado diferentes orientações sobre a dose de reforço.
Alguns, como Israel, estão ministrando as vacinas para pessoas com mais de 50 anos; outros, como a Hungria, abriram para a população em geral.
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Ainda há os que oferecem doses só para quem recebeu uma vacina específica, como o Chile.
Além disso, cada país tem escolhido um período de tempo diferente para quando vai oferecer a terceira dose a seus cidadãos – as decisões variam entre três a oito meses depois da segunda dose.
Enquanto isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS), pediu uma moratória mundial para as terceiras doses de vacinas até setembro.
A OMS argumenta que é preciso priorizar os países que ainda não conseguiram https://www.atosefatos.jor.br/wp-content/uploads/2023/03/voz_do_brasil_1711222143-1024×613-1.jpgistrar doses à sua população, até que se chegue a ao menos 10% das pessoas vacinadas em todos os países, em vez de usar o suprimento global para reforçar a vacinação internamente .
“Eu entendo a preocupação de todos os governos em proteger seu povo da variante delta. Mas não podemos aceitar países que já usaram a maior parte do suprimento global de vacinas usando ainda mais”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/08/23/covid-19-que-paises-aprovaram-terceira-dose-de-vacina.ghtml