Centro de São Luís sofre com falta de segurança

Frequentadores da área reclamam da falta de policiamento; alguns trechos não têm iluminação.

 

 

SÃO LUÍS

 

A falta de segurança à noite é um dos principais motivos da ausência das pessoas em espaços públicos e turísticos do centro da capital ludovicense. A movimentação que antes era vista na área hoje não acontece mais. A principal reclamação de quem frequenta o local é a falta de policiamento.

Um desses pontos é a praça Gonçalves Dias. O espaço atrai skatistas e, por abrigar a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, é ponto de encontro de fiéis. Estudantes também usam a praça como local para conversar e encontrar amigos.

Na Gonçalves Dias, o problema é a falta de iluminação em alguns trechos, a presença de pessoas em situação de rua e a ausência de policiamento, faz os visitantes buscarem outros horários para conhecer o local. Os mais corajosos, que preferem usufruir deste espaço público no período noturno, fazem isto, mas com receio. “Antes, quando os estudantes saíam do colégio, vinham logo para a praça. Aqui, era possível ficar horas conversando sem medo de ser assaltado, mas hoje infelizmente a realidade é outra; há muitos assaltos e ninguém consegue ficar em paz em nenhum ponto da praça. Quando há policiamento, as pessoas se sentem mais seguras, porém nem sempre a ronda passa”, ressalta a estudante Carliane Viana.

Outro ponto

 

Não muito diferente da Praça Gonçalves Dias, a Odorico Mendes, que fica nas proximidades e foi recentemente inaugurada, também oferece riscos a quem a frequenta. O enfermeiro Diego Costa, relata que mesmo com um novo ponto de policiamento próximo à praça – entregue junto com a praça -, o alto índice de assalto persiste.

A praça antes servia mais de abrigo para criminosos, pessoas em situação de rua, usuários de drogas e como ponto de assaltos. Hoje, apesar dos policiais ficarem mais tempo aqui, e em frente à faculdade, isto não inibe totalmente o que nos afasta do local. A vigilância existe na Praça Odorico Mendes, mas ainda falta melhorar e muito”, afirma.

O Estado entrou em contato na terça-feira, 19, com o 1º Distrito Policial, responsável pelo Centro, para ter acesso aos índices de criminalidade da área. A informação repassada, 24 horas após o pedido, é que o Sistema Integrado de Gestão Operacional (Sigo) estaria fora do ar e não era possível fornecer os dados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONTE: IMIRANTE.COM

 

você pode gostar também Mais do autor

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.