Monitores vão mostrar como registrar propriedades em banco de dados que monitora desmatamento.
SÃO LUÍS – Considerado uma das grandes inovações do Código Florestal Brasileiro, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) já conta com mais de 4 milhões de imóveis registrados. A área cadastrada, cerca de 408 milhões de hectares, corresponde a aproximadamente metade do território nacional e está perto de contemplar grande parte das áreas ocupadas por propriedades e posses rurais do país.
O prazo para fazer o CAR termina no dia 31 de dezembro e, para garantir o maior número possível de imóveis no cadastramento, técnicos do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), equipes das prefeituras locais e da Fundação Roberto Marinho vão promover encontros no Maranhão: no dia 13, a equipe estará em São Luís; e no dia 14 em Imperatriz. O objetivo é sensibilizar sobre a importância do CAR e divulgar o curso online com orientações voltadas para técnicos, gestores públicos e proprietários rurais. O curso é gratuito e já está disponível para todos os interessados, no endereço cursodecar.frm.org.br.
A caravana já promoveu encontros nas cidades de Macapá (AP); Belém e Santarém (PA); Manaus e Boca do Acre (AM); Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC). De acordo com o diretor-geral do SFB, Raimundo Deusdará, a Caravana faz parte do esforço do órgão e das instituições parceiras para garantir o maior número possível de imóveis na base do CAR. “Estamos muito próximos disto, mas até o final do ano persistiremos na busca ativa para ajudar os proprietários e posseiros que, por algum motivo, ainda não tenham feito o cadastro. O CAR é obrigatório e é o primeiro passo para a regularização ambiental destes imóveis”, afirmou. O diretor ainda acrescentou que quem faz o cadastro garante o acesso ao crédito e seguro agrícola e aos Programas de Regularização Ambiental (PRA), além de obter outras vantagens. “Mais do que isso, estamos percebendo que o CAR ajuda o produtor rural a acessar os mercados, que estão cada vez mais rigorosos em relação à comprovação de origem legal e sustentável dos produtos”, explica.
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FONTE: IMIRANTE.COM














