Através de investigação comandada pelos delegados, Plínio Napoleão, Márcio Mendes, Silvana Prazeres e o investigador Heberth Portela, a policia conseguiu prender os dois acusados da morte do adolescente Manoel Messias da Silva de 14 anos. O crime ocorreu na noite desta segunda-feira (11/04), por volta das 20h, no bairro do Diogo na cidade Pedreiras/Ma. Segundo apurou os delegados que investiga o caso o adolescente xxxx de 16 anos, confessou a sua participação no crime, delatando também o comparsa, identificado por José Antônio de Sousa vulgo “Toinho” preso na manhã desta quarta – feira (13).
Segundo a delegada Regional do município, Silvana Prazeres, após a descoberta do envolvimento de Toinho, a policial teria orientado a mãe do suspeito, que assim que o mesmo aparecesse, ela teria de apresenta-lo fizesse à apresentação dele junto à delegacia, e, assim foi feito. Toinho foi preso em casa.
Relembre o caso
Na noite desta segunda – feira (11) Messias foi brutalmente assassinado e teve o corpo esquartejado e os membros espalhados por vários locais em um matagal no final da Rua 03, do Parque Henrique Oliveira.
O coração do adolescente foi arrancado pelos assassinos e deixado a pouco mais de cem metros do local da desova.
Os motivos que levaram a morte de Messias
Ainda segundo a delegada, o menor também confessou os reais motivos que sentenciaram o adolescente Messias a morte, ela esclareceu que a vitima e os dois assassinos estavam numa casa consumindo um tipo de droga conhecida como, “solvente” e Toinho maior de idade havia pedido para que Messias fosse comprar um lanche, dando ao mesmo um valor em espécie, R$100, ao voltar da com o lanche, por distração devido as fortes chuvas que caíram no local , a vitima perdeu o troco, e no momento que comunicou que tinha perdido, os dois assassinos se irritaram a partiram para o ato macabro por não acreditarem que o mesmo estava falando a verdade.
Detalhes macabros,
Em estado de fúria os dois iniciaram a tortura e começaram a esquartejar o jovem, sendo que o menor segurou Messias, enquanto Toinho retalhava o corpo.
O caso foi dado como solucionado, ja que os dois confessaram o ato bárbaro
Por Mauro Garcia
Que Deus seja louvado


