Queima de títulos e documentos e compra de voto em Mirador

O município de Mirador, que fica a 485 Km, de São Luís, está protagonizando nesta eleição, cenas de verdadeiro escárnio e desacato a legislação eleitoral e as autoridades do Poder Judiciário e do Ministério Público e que possui como protagonistas principais o atual prefeito Joacy de Andrade Barros, o seu irmão José Filho, o Sr. Helton Barros Bomfim e o atual candidato a Prefeito Marcos Fábio Moreira dos Reis (conhecido como Marquinho).  O detalhamento da forma como é conduzido o crime eleitoral de compra de documentos, para serem queimados e que impedem o eleitor de exercer o seu direito a voto e que ocorre nas madrugadas e, pasmem, também de dia nos povoados do mencionado município, encontra-se detalhado na gravação abaixo e já se encontra, sob sigilo, com a Polícia Federal e com a Procuradoria da República no Maranhão, que estão monitorando todos os envolvidos.  Quebras de sigilos telefônicos e monitoramentos com agentes disfarçados da Polícia Federal no município, devem permear as eleições em Mirador.  O esquema emprega quantia exorbitante e em espécie, à cargo dos envolvidos, que vão até a casa das famílias e adquirem por preço significante, os documentos essenciais para o eleitor ir votar e depois queimam, impedindo-o de exercer o seu direito a voto. Neste mês de setembro, a Prefeitura Municipal de Mirador não pagou os salários de parte do funcionalismo.

REQUISIÇÂO

O juiz Eleitoral da Comarca de Mirador, Magistrado Eilson Santos da Silva, requisitou o amparo das forças federais para a garantia da lei e da ordem no município e, principalmente, o livre exercício do voto, a normalidade da votação e a apuração dos resultados, pedido este deferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) e que está aguardando aprovação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Por Diego Emir

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