Professores da UFMA entram em greve por tempo indeterminado em SL

Movimento iniciou na sexta-feira (25), durante protesto realizado na capital.
Docentes são contrários à reformas propostas pelo governo Temer.

28/11/2016 10h00 – Atualizado em 28/11/2016 10h05

Professores da UFMA entram em greve por tempo indeterminado em SL

Movimento iniciou na sexta-feira (25), durante protesto realizado na capital.
Docentes são contrários à reformas propostas pelo governo Temer.

Professores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) estão em greve por tempo indeterminado após assembleia geral realizada pela categoria, na semana passada. O movimento grevista começou desde a última sexta-feira (25), com um protesto realizado pelos docentes, que tomou a Avenida dos Portugueses em São Luís.

A classe decidiu abraçar a movimentação proposta por estudantes secundaristas e universitários, motivada após propostas do governo de Michel Temer, tais como a PEC 55 e reformas que retiram direitos, como a do Ensino Média e as das Previdência e Trabalhista.

Os professores esclareceram que o movimento paredista vai ocorrer de forma conjunta à ocupação proposta pelos estudantes. Aulas públicas e debates sobre as implicações da aprovação da PEC 55 será uma das formas de dar corpo ao movimento.

Segundo a Associação de Professores da UFMA (Apruma), os técnicos administrativos da universidade também devem iniciar uma greve prevista para a próxima quarta-feira (30).

Início da greve
Um grupo de manifestante tomou o Largo de São Pedro, no centro histórico de São Luís em protesto contra o governo de Michel Temer, PEC 55 e reformas que retiram direitos, como a do Ensino Média e as das Previdência e Trabalhista. Segundo a liderança do movimento, 400 pessoas participaram do protesto. A PM ainda não divulgou os números.

Menifestantes chegaram a bloquear avenida de grande movimentação na capital (Foto: Reprodução/TV Mirante)Menifestantes chegaram a bloquear avenida de grande movimentação na capital (Foto: Reprodução/TV Mirante)

A concentração foi no Largo de São Pedro, próximo ao Ceprama, na capital. Estudantes, professores, técnicos e representantes de várias classes dos setores público e privado participaram do protesto.

Segundo informou ao G1 o secretário geral da Associação Geral dos Professores da UFMA (Apruma), Welbson Madeira, o movimento vai continuar com discussões e plenárias para esclarecer a motivação da greve. “Já realizamos uma plenária hoje envolvendo sindicatos e movimentos de ocupação e também fechamos uma programação nos locais de trabalho e vamos continuar em movimento de resistência contra a PEC 55 e contra as reformas propostas”, declarou.

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