Prefeitura monitora áreas de risco da capital, diz Gardênia Castelo

Respondendo a questionamentos feitos pela deputada Eliziane Gama (PPS), a deputada Gardênia Castelo (PSDB) informou hoje (19) que a Prefeitura de São Luís, por meio da Defesa Civil e da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas), monitora 61 áreas de riscos de desabamento na capital. No discurso a tucana também pediu a recuperação da rodovia que dá acesso ao município de São João Sóter (no Leste maranhense, próximo a Caxias).

Sobre as áreas de desabamento, Gardênia disse que, onde o risco é maior, a prefeitura propôs a imediata remoção das pessoas, que seriam amparadas pelo “Aluguel Social” — programa do governo João Castelo que garante suporte material (como alimentação, colchão, gás, material de limpeza) e espaço para acomodação dos beneficiados.

A deputada tucana explicou que o valor do benefício varia de acordo com o tamanho da família e o local onde ela mora. Citou como exemplo o Alto da Esperança, onde o Aluguel Social é de R$ 250.

“No momento em que a Vale (a mineradora faz serviços sociais no local) estabeleceu esse valor, a prefeitura também entrou com o mesmo valor. Agora, no Centro, foi feito um levantamento de quanto custaria morar lá. São esses os critérios básicos: número de familiares e o local onde moram as famílias”, declarou.

O Aluguel Social beneficia hoje mais de 400 famílias e a prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo, já iniciou um estudo para construir moradias para todos. Ocorre que para construção de casas é necessário uma série de procedimentos, conforme explicou Gardênia: “Não basta garantir recursos, tem que fazer o projeto, definir terreno, fazer levantamentos… tudo isso sempre discutindo com as famílias para que haja um consenso”.

A deputada defendeu uma parceria envolvendo os governos federal, estadual e municipal, além da Assembleia Legislativa, para acelerar a construção das casas.

ESTRADA

Gardênia Castelo fez também um apelo ao governo do Estado para que a estrada que dá acesso ao município de São João do Sóter seja recuperada o mais rápido possível. “Fui a São João do Sóter no sábado e confesso que foi um rali. Andei 60 quilômetros e constatei que a estrada está abandonada”.

A rodovia, que foi construída ainda no governo João Castelo (1979-1982), nunca passou por uma restauração. “Tem algumas pontes com a construção iniciada, mas a gente tem que passar dentro d’água. Se não for um carro grande e que seja um pouco anfíbio, ninguém consegue passar”, disse Gardênia.

Ela sugeriu que se o governo estiver sem condições de pavimentar, que a estrada seja raspada e terraplanagem refeita, sob pena de dificultar ainda mais o acesso e o escoamento da produção do município.

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