Governo vai ampliar cultivo de hortaliças em presídios e produção beneficiará comunidades carentes

A assistência técnica é fundamental e indispensável para obter como resultado uma boa produção, além do fato de se passar conhecimento e um trabalho digno ao detento, ou seja, a instalação das hortas é um benefício a toda a comunidade”, explicou o presidente da Agerp, Júlio Mendonça.

Com o trabalho de cultivo da cultura de hortaliças dentro das unidades prisionais, os detentos podem ainda ter o benefício da diminuição da pena, de acordo com os dias trabalhados como cita o secretário de Estado da Agricultura Familiar, Adelmo Soares.

“Trabalhar a ressocialização dos detentos do Maranhão é uma das políticas do Governo do Estado. A SAF, em conjunto com a Seap, está empenhada nesse mesmo propósito. Esse acordo é uma forma de ajudar a capacitar e treinar detentos a ter um trabalho digno mesmo dentro da unidade prisional e, além disso, fazer com que sua pena seja diminuída a cada dia trabalhado”.

A produção de hortaliças não se restringe à unidade prisional. Tudo que for produzido será também doado a entidades carentes da comarca da cidade em que a horta será instalada. Segundo o secretário da Seap, Murilo Andrade de Oliveira, esse é mais um projeto que sai do papel; e amplia o trabalho de cultivo de hortaliças que existe na maioria das unidades prisionais do estado.

“Desde que iniciamos o trabalho na Seap, nossa intenção era dar uma ocupação aos detentos. As hortas comunitárias são mais uma oportunidade que o Estado dá a cada um deles de se ressocializar. Além de produzir o próprio alimento, eles podem ajudar na alimentação da comunidade carente, já que a produção será doada a entidades. Isso demonstra o trabalho que o preso vem desenvolvendo, mostrando para a sociedade que ele tem seu valor e merece ser inserido novamente no convívio social”, finalizou  o titular da Seap.

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