Caco Barcelos é agredido por manifestantes no Rio

O jornalista da TV Globo Caco Barcellos foi agredido e impedido de cobrir um protesto em frente à Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) nesta quarta­feira (16). Manifestantes protestavam contra o pacote de ajuste fiscal proposto pelo governador Luiz Fernando Pezão e que começou a ser debatido na Alerj nesta quarta. O apresentador do programa “Profissão Repórter” foi coagido a deixar o protesto sob os gritos de “golpista” e “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”. Enquanto se afastava, alguns manifestantes o seguiam e atiravam garrafas de água. PMs deixam posto em protesto de servidores no Rio e são aplaudidos Deputados iniciam discussão sobre pacote contra crise do Rio Repatriação pode ajudar Estados a pagar 13º de servidores PREVIDÊNCIA SOCIAL Calculadora da aposentadoria: em que ano você pode parar de trabalhar ECONOMIZE Carro, táxi, Uber ou Zazcar: veja o que vale a pena para o seu bolso PUBLICIDADE PUBLICIDADE Edição impressa Box ‐ Coleção Brasilis (4 Vols.) Box reúne livros sobre os primeiros anos do Brasil colonial De R$ 99,90 Por R$ 84,90 Comprar QUINTA­FEIRA, 17 DE NOVEMBRO DE 2016 12:35 Login Assine a Folha Atendimento Versão Impressa mercado leia também calculadoras  Compartilhar 17 mil Mais opções 17/11/2016 Jornalista Caco Barcellos é agredido durante protesto de servidores no Rio ­ 16/11/2016 ­ Mercado ­ Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/11/1832829­jornalista­caco­barcellos­e­agredido­durante­protesto­de­servidores­no­rio.shtml?cmpid=compfb 2/6 O jornalista chegou a ser atingido também por um cone de trânsito. Com escolta de policiais, Barcellos entrou em um prédio e se escondeu. Em nota, a ABI (Associação Brasileira de Imprensa) repudiou as agressões “por entender que representam também uma grave ameaça a liberdade de imprensa e ao livre acesso a informação, assegurados pela legislação em vigor”. O comunicado diz ainda que, horas antes, outro repórter foi agredido com um pontapé e perdeu os óculos “ao escapar do grupo que o perseguia”. A nota é assinada por Domingos Meirelles, presidente da ABI, que diz esperar que episódios de violência como o ocorrido não se repitam “diante da péssima repercussão que sempre produzem na imagem do país, onde o jornalismo no Brasil é visto, no exterior, como uma atividade de risco.” E finaliza: “A história tem mostrado como manifestações de intolerância política contra órgãos de imprensa costumam sempre terminar.” Em nota conjunta, também repudiaram as agressões a Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), a Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas) e a ANJ (Associação Nacional de Jornais). “As Associações consideram intolerável que todo e qualquer cidadão, em especial os profissionais da comunicação, sofram ameaças ou agressões durante coberturas jornalísticas. Impedir a atuação da imprensa é uma afronta ao direito constitucional da sociedade de acesso às informações de interesse público”. No comunicado, Abert, Aner e ANJ pedem às autoridades do Rio a “apuração rigorosa do ocorrido e a punição dos responsáveis”. A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), repudiando os ataques, apelou aos manifestantes “que preservem o trabalho da imprensa”. A associação orienta ainda os repórteres a registrarem as agressões junto à Polícia Civil, e pede que os agentes investiguem as ocorrências. “Aos policiais militares, a Abraji pede que ajude os profissionais da imprensa a fazerem a cobertura dos protestos com segurança”, conclui. INVESTIMENTOS Calculadora da fortuna: confira quais aplicações financeiras rendem mais SAÚDE Clínica popular oferece consulta a R$ 60 e cirurgia em até 60 vezes OBJETOS CONECTADOS Expansão da internet das coisas muda rotina de pessoas e indústrias SEUS DIREITOS Como solucionar problemas com banco e instituições financeiras Ao vivo: acompanhe a movimentação do mercado financeiro no liveblog PUBLICIDADE indicadores Aproveite! Onix Joy 2017 à partir de R$38.990,00 Compare preços: PUBLICIDADE Protesto de servidores do RJ

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