Dilma tem apoio de 16 dos 28 que disputam 2º turno; 10 apoiam Aécio

 

Desde a confirmação dos nomes deDilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) como adversários no segundo turno das eleições presidenciais, declararam apoio à petista 16 dos 28 candidatos aos governos de estados onde haverá segundo turno; dez manifestaram apoio ao tucano e dois se declararam neutros.

 

Ao todo, 13 estados e o Distrito Federal terão eleições para governador no próximo dia 26, mesma data em que a população escolherá o presidente do país.

 

Em quatro estados (Amapá, Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte), Dilma conta com o apoio dos dois candidatos que disputam o segundo turno. No Distrito Federal, Aécio  é apoiado pelos dois rivais.

 

No Rio de Janeiro, um dos principais colégios eleitorais do país, Dilma recebe o apoio do atual governador e candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do seu adversário, Marcelo Crivella (PRB).

 

No Amapá, os candidatos Waldez (PDT) e Camilo Capiberibe (PSB) declararam apoio à petista. Nacionalmente, o PSB, de Capiberibe, declarou apoio a candidatura de Aécio Neves na última semana.

 

O tucano não tem palanque no Ceará, onde Camilo Santana (PT) e Eunício Oliveira (PMDB) manifestaram apoio à candidatura de Dilma; e no Rio Grande do Norte, estado em que concorrem ao governo o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Henrique Eduardo Alves, e Robson Faria (PSD).

 

Aécio também fica sem palanque no Amazonas, onde Eduardo Braga (PMDB) é aliado de Dilma e José Mello (PROS) ficou neutro.

 

No Distrito Federal, é Dilma quem não tem apoio de nenhum dos candidatos ao governo distrital. Os adversários Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) manifestaram estão com Aécio Neves no segundo turno. Ela também não tem apoio em Roraima, onde Chico Rodrigues (PSB) ficou ao lado de Aécio e Suely Campos (PP) ficou neutra.

 

Dos 28 candidatos aos governos estaduais, somente José Mello (PROS), que concorre ao governo de Amazonas contra Eduardo Braga (PMDB), e Suely Campos (PP), que rivaliza com Chico Rodrigues (PSB) em Roraima, não manifestaram apoio público a nenhum dos presidenciáveis.

 

Em todos os outros sete estados onde há disputa para o governo local, um candidato apoia Dilma e o outro, Aécio. Isso acontece nos estados do Acre, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rondônia e Rio Grande do Sul.

 

No Rio Grande do Sul, o candidado do PMDB, Ivo Sartori, manifestou voto em Aécio Neves, embora isso contrarie a posição nacional da legenda, que faz integra a coligação de Dilma. No primeiro turno, Sartori apoiou a candidata do PSB, Marina Silva. O adversário do candidato do PMDB, o governador Tarso Genro (PT), apoia Dilma Rousseff.

 

Confira os apoios dos candidatos a governador dos estados onde haverá segundo turno:

 

Dilma Rousseff
Tião Viana (PT-AC);
Eduardo Braga (PMDB-AM)
Waldez (PDT-AP)
Camilo Capiberibe (PSB-AP)
Camilo Santana (PT-CE)
Eunício Oliveira (PMDB-CE)
Iris Rezende (PMDB-GO)
Delcídio do Amaral (PT-MS)
Helder Barbalho (PMDB-PA)
Ricardo Coutinho (PSB-PB)
Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ)
Marcelo Crivella (PRB-RJ)
Henrique Alves (PMDB-RN)
Robson Faria (PSD-RN)
Confúcio Moura (PMDB-RO)
Tarso Genro (PT-RS)

 

Aécio Neves
Márcio Bittar (PSDB-AC)
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
Jofran Frejat (PR-DF)
Marconi Perillo (PSDB-GO)
Reinaldo Azambuja (PSDB-MS)
Simão Jatene (PSDB-PA)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Expedito Jr. (PSDB-RO)
Chico Rodrigues (PSB-RR)
Ivo Sartori (PMDB-RS)

 

Neutros
José Mello (PROS-AM)
Suely Campos (PP-RR)

apoios_aeciodilma_va

Uma resposta

  1. Na hora de votar o brasileiro tem obrigação de lembrar que quando o PT congelou o preço da gasolina nas refinarias e zerou a CIDE em seguida; quando superfaturou a refinaria de Recife em 38 bilhões, quando comprou Pasadena com a empresa incorporando prejuízo bilionário, quando fez a maior venda de ações da história da Petrobrás sem permitir os trabalhadores de usar FGTS para comprar ações, preferindo vender a cidadãos norte-americanos, o PT praticou crime de Lesa-Pátria. Os atos do PT são na direção de destruir nossa Petrobras. O saldo da sacanagem é a Petrobras endividada em 300 bilhões, sua ação desvalorizada em 50%, está sem recursos para desenvolver o Pré-sal, o conceito ético da empresa foi violentamente violado com a mídia divulgando que, de 2004 a 2012, seus negócios bilionários foram regidos por quadrilhas se locupletando nas propinas de superfaturamentos, o nome da gestora pré-sal foi mudado pelo PT de Petrobras para Petróleo Pré-sal S/A, jogando no lixo o Bras de Petrobras e de Brasil, os EUA se tornaram sócios do pré-sal pelas mãos do PT, o lucro da Petrobras já caiu de 35 bilhões para 24 bilhões, a previsão para 2014 é menos de 20 bilhões e, com a queda do preço do petróleo, cairá cada vez mais porque a Petrobras é obrigada a incorporar prejuízos antes cobertos pela CIDE que Dilma zerou, desrespeitando a Constituição. A Lei da CIDE regulamentou a Emenda Constitucional 09/95, portanto, a CIDE não podia ter sido zerada por Dilma. É crime de responsabilidade. É ato de quem não respeita a Constituição do Brasil. Lembre-se disso tudo na hora de votar.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *