Entidade publica se manifesta contra morte de travestis no MA

Paty foi morta a golpes de faca na madrugada de ontem
Paty foi morta a golpes de faca na madrugada de ontem (Foto: Reprodução
A presidente da Associação Maranhense de Travestis e Transexuais (Amatra), Andressa Sheron Santana, publicou nesta terça-feira (12) nota de repúdio contra assassinatos de LGBTs no estado. Duas travestis foram mortas com requintes de crueldades em menos de 15 dias em Imperatriz.

A Amatra cobrou ações do poder público para combater crimes de transfobia no Maranhão e afirmou que este é o momento de travestis e transexuais se unirem contra a violência praticadas “por esses monstros”.

A última vítima foi identificada como Jhonata Araújo, de 17 anos, conhecido como Paty, que foi morta a golpes de faca na madrugada de ontem. O corpo foi encontrado em um terreno baldio, nas proximidades de uma faculdade particular. Os peritos do Instituto de Criminalística (Icrim) constataram marcas de perfurações nas partes íntimas. O corpo removido para o Instituto Médico Legal (IML).

A polícia também está investigando a morte de Orlando Ricardo do Nascimento, a Katy, de 43 anos, ocorrido no dia 28 de março. O crime teria ocorrido no pátio de um posto de combustível, às margens da rodovia BR-010, no Coco Grande. A vítima foi morta a paulada. Ela chegou a ser socorrida, mas morreu a caminho do Hospital Municipal de Imperatriz.

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