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ão logo foi anunciada a exoneração do coronel Alves do cargo de comandante geral da Polícia Militar, o deputado Cabo Campos e um grupo de militares foram até as imediações do quartel do comando daquela corporação, no Calhau e soltaram rojões, em comemoração à determinação do governador interino, Carlos Brandão.
O coronel Alves já estava com sua exoneração desenhada desde a semana passada, quando promoveu a chefe do Estado Maior, o tenente coronel Miguel Neto, que sacou uma arma para matar o cabo Bandeira, dentro do Batalhão de Bacabal.
O episódio ganhou repercussão nacional. O coronel foi promovido e o cabo punido, já que foi imediatamente transferido para São Luis, longe de sua família, instalada há vários anos naquela cidade.
A promoção do tenente coronel Miguel Neto soou como uma bofetada na tropa e na sociedade, levando a seccional da OAB a pedir a exclusão, a bem do serviço público, do tenente coronel agressor.
O ex-comandante geral da PM do Maranhão também vinha desagradando a todos os setores da sociedade, por conta do elevado número de assaltos a bancos e outros tipos de delito na capital e no interior do Estado. Foi uma péssima escolha e já foi exonerado tardiamente.














