Vereadores defendem regulamentação do Uber

Vereadores defendem a regulamentação do Uber em São Luís
Vereador Chico Carvalho defende a regulamentação  do Uber em São Luís

Um dia depois dos taxistas paralisarem o trânsito em São Luís em protesto contra o serviço de Uber em São Luís, apenas três vereadores se posicionaram na Câmara Municipal. Honorato Fernandes (PT), Chico Carvalho (PSL) e Paulo Victor (Pros) falaram da necessidade da regulamentação do serviço de transporte feito por meio de aplicativos.

Nas redes sociais, internautas cobraram da Câmara Municipal a regulamentação do Uber. Tramita na Casa o projeto de lei de Paulo Victor que estabelece regras de funcionamento do serviço na capital. No entanto, a proposta ainda não andou. Não tem ainda nem parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O vereador Honorato Fernandes usou a tribuna e disse que a Câmara não pode ficar à margem do debate já que a população de São Luís aprova o serviço do aplicativo Uber.

Segundo ele, os vereadores precisam se debruçar não somente sobre essa questão do Uber, mas também sobre o táxi lotação e a vans já que o sistema público de transporte ainda não corresponde aos anseios da população.

“Além de darmos continuidade à melhoria da qualidade do serviço do sistema de transporte público, precisamos ter um olhar mais atento também ao vários serviços complementares a esse sistema, que estão em vigor, mas carecem de regulamentação, como as vans e os carros-lotação”, disse o vereador.

O vereador do PT cobrou ainda os colegas para que a proposta que está em tramitação na Casa e disse que vai apresentar uma emenda ao projeto de lei.

O vereador Francisco Carvalho disse que o serviço é aprovado pela população, mas para funcionar é necessário que seja regulamentado. “Sou a favor do Uber sim. Acredito que todos podem ter seu espaço. E precisamos fazer o que é melhor para a população. Mas mesmo a sociedade pedindo o Uber, é necessária que se regulamente”, disse Carvalho.

Paulo Victor voltou a falar de seu projeto e pediu que fosse votado em plenário, pois dessa forma, se resolveria a situação de conflito que ocorre atualmente.

Textos: Carla Lima

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