Militares iniciam trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti

Começou nesta terça-feira(03) o reforço no trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, realizado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) em parceria com o Exército Brasileiro. A zona Sul será a primeira contemplada pelo trabalho, com ponto de partida no CAIC Professor Melo Magalhães, bairro Santo Antônio.

Durante todo o dia um total de 45 duplas de militares estarão percorrendo as ruas do Santo Antônio, atuando na orientação preventiva e na identificação e eliminação de criadouros do Aedes aegypti. Segundo a gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra, a previsão é de completar o trabalho em cerca de três dias e então seguir para a próxima área. “Até o mês de março estão programadas visitas a 12 bairros da zona Sul da capital”, informa ela.

Todos os 90 militares foram treinados por técnicos da FMS para atuarem no combate ao mosquito Aedes. Com o perigo iminente da dengue, zika, chikungunya e suas consequências, como a microcefalia, serviço público e população devem se unir e intensificar o combate ao mosquito Aedes aegypti. “Todos já sabemos que ele se prolifera em água parada, mas nem todos têm a responsabilidade coletiva de prevenir a proliferação. Todo cidadão é responsável em manter os ambientes em que vive longe de criadouros”, enfatiza Oriana Bezerra.

“O Aedes aegypti transmite 22 vírus, o da dengue, zika e chikungunya são os mais conhecidos. Se eu não tenho mosquito circulando eu não vou ter os vírus. Então a melhor forma de prevenir as doenças é não deixando o mosquito nascer”, diz Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS.

Amariles afirma ainda que quando alguém se encontrar com febre inespecífica e cansaço, sem outros sinais aparentes, se surgirem manchas vermelhas pelo corpo, dor de cabeça e nas articulações, apresentar intolerância à luz (fotofobia), essa pessoa pode estar com algumas das viroses transmitidas pelo mosquito. “O que ela precisa fazer de imediato é manter o corpo hidratado, urinar da cor da água que bebe, e depois procurar um serviço de saúde”, enfatiza.

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