Maranhão cai posições no ranking da competitividade dos Estados

O   Maranhão fechou o ano de 2016 , situado nas últimas posições do Ranking de Competitividade  dos estados, elaborado pelo Centro de Lideranças Públicas,(CLP), instituição que desde 2015 realiza uma levantamento com diversos indicadores e partir deste estudo,  estipula notas de 0 a 100 para definir a colocação de cada estado no tocante a questão da competitividade.

No caso do Maranhão, em 2015, o estado ocupava a 20º posição no Ranking da Competitividade dos Estados com uma nota média de 43,1, ficando à  frente do Pará Rio Grande do Norte e Amapá. Em 2016, estes estados ultrapassaram o Maranhão que despencou para o 23º lugar, com um nota de 34,3. Das 27 unidades da federação, somente os estados de Piauí, Alagoas, Acre e Sergipe apresentaram notas piores do que a do Maranhão em 2016.

O ranking mensura o nível de competitividade de cada estado a partir dos seguintes pilares:  Potencial de Mercado, Infraestrutura, Capital Humano, Educaçã, Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Solidez Fiscal, Eficiência da Máquina Pública,Inovação e Sustentabilidade Ambiental

Destes dez pilares, em apenas dois( Capital Humano e Educação), o Maranhão apresentou notas maiores do que as obtidas em 2015 e nos demais houve queda na pontuação. Na pilar Solidez Fiscal por exemplo, a nota do Maranhão caiu de 80.4 em 2015 para 43.8 em 2016. No pilar, Potencial de Mercado, a nota do Maranhão que era 91.00 em 2015 ficou em 48.2 em 2016 .No pilar Segurança, a nota do Maranhão caiu de 75.9 em 2015 para 73,9 em 2016.

Divergência política

Questionado pela reportagem do MA 10 a respeito dos resultados do Ranking da Competitividade em 2016, o governador do Maranhão, Flávio Dino ressaltou que a instituição responsável pela elaboração deste estudo, que aponta uma perda de posições do Maranhão em relação a 2015, tem um visão política divergente da manifestada por ele, em relação a questões como os gastos públicos por exemplo. Flávio Dino ressaltou por exemplo que esta visão política, manifestada pela instituição que elaborou o Ranking da Competitividade,  não simpatiza com investimentos junto ao funcionalismo público como o aumento em R$ 500 milhões na folha de pessoal do Estado, derivada por exemplo do reajuste concedida a diversas categorias do funcionalismo e que também tiveram boa repercussão na economia maranhense.

Flávio Dino diz ter uma visão política diferente de alguns institutos que elaboram estatísticas desta natureza, e enfatiza  que,  dependendo da metodologia adotada na elaboração de estatísticas, isto faz  com que ocorra resultados como este,  onde o Maranhão aparece nas últimas posições, porém destacou que na média a maioria as estatísticas mostram que o Estado vive um momento de evolução, e ressaltou que em relação ao Ranking da Competitividade,  em pilares como Capital Humano e Educação por exemplo, os números mostram  que o Maranhão evoluiu , o que aponta uma situação, que  na avaliação do governador o Estado indica que o Estado, segue  no caminho certo na questão dos investimentos voltados para o social

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