Maranhão atinge 89% de vacinação contra a gripe

O Maranhão alcançou até as 15h desta terça-feira (19) 89,11% da meta estabelecida para cobertura vacinal nos grupos prioritários da Campanha de Vacinação contra o Influenza. As informações são da Secretaria de Saúde.

Em 2017, o estado do Maranhão conseguiu vacinar 90,97% dos grupos prioritários, totalizando um 1.376.672 doses aplicadas. A meta final deste ano é alcançar os 90% de imunização.

Dentre os grupos prioritários, aquele com menor percentual de vacinação é o de crianças de 2 a menos de 5 anos, com 68,45%, seguido do grupo de gestantes (88,38%). Os percentuais dos demais grupos são: puérperas (107,66%); crianças de 6 meses a menos de 2 anos (104,79%); indígenas (103,8%); professores (101,89%); trabalhador de Saúde (95,52%); e idosos (95,51%).

O ranking das cidades com menor percentual de vacinação é liderado pelo município de São Raimundo das Mangabeiras (48,32%), seguido por Altamira do Maranhão (56,86%) e São Francisco do Brejão (65,50%).

Campanha de vacinação

A campanha chegou a ser prorrogada até o dia 22 de junho. As vacinas estão disponíveis em postos da rede municipal de São Luís de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A vacinação também acontece em outras cidades do Maranhão, como em Santa Inês, onde a campanha foi prorrogada por duas vezes, como em outras cidades do país.

Somente em São Luís a meta do Ministério da Saúde é imunizar mais de 209 mil pessoas do grupo prioritário que corresponde as pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis a cinco anos, trabalhadores da saúde, professores da rede públicas e privada, povos indígenas, presos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas e funcionários do sistema prisional.

Imunização

A vacina contra gripe tem eficácia de seis a 12 meses e reduz complicações que podem gerar casos mais graves da doença que podem levar a internação ou até mesmo ao óbito. Ela protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam em 2017 no Hemisfério Sul, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) como o A/H3N2 e influenza B.

Vacina previne contra H1N1 e H3N2, subtipos do vírus Influenza A, e contra Influenza B (Foto: Reprodução/TV Mirante)

A transmissão do vírus acontece por meio do contato com vias respiratórias pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. O contágio também pode acontecer por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com a boca, olhos ou nariz.

Para evitar a contaminação da doença, o Ministério da Saúde orienta a população a lavar as mãos várias vezes ao dia, cobrir o nariz e a boca com lenços descartáveis ao tossir ou espirrar, não compartilhar objetos de uso pessoal, além de evitar locais com aglomeração de pessoas.

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