Funac realiza encerramento do curso de Práticas Restaurativas

 

 

A Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) realizou o encerramento do curso de práticas restaurativas, ofertado em parceria com o Instituto Internacional de Práticas Restaurativas (IIPR) e ministrado por Elizabeth Ramos e Ilvaneide Carvalho.

O curso foi ministrado em quatro módulos e participaram cerca de 50 servidores das unidades de São Luís, Paço do Lumiar, Imperatriz e Timon que atuam na Comissão de Avaliação Disciplinar. Foram trabalhados no conteúdo programático: Introdução as Práticas Restaurativas; Implementação dos Círculos Restaurativos; Reuniões Restaurativas e Reuniões de Grupo Familiar.

“Nas Unidades da Funac, já são executadas as práticas restaurativas com foco na cultura de paz. Que esse curso possa ter ajudado cada pessoa que está aqui, reunimos diferentes profissionais para que a aplicação no sistema socioeducativo possa ocorrer de forma efetiva. Nosso trabalho é pautado em uma gestão participativa e que esse curso possibilite essa construção na socioeducação, pois todos que estão aqui tem um papel importante. Que sejamos seres humanos melhores, pois esse mundo precisa se tornar melhor, precisa de muita paz”, afirma a presidente da Funac, Elisângela Cardoso.

Na metodologia foi utilizada exposição participativa, trabalhos em pequenos grupos, apresentação de vídeos, encenações das diferentes modalidades de práticas restaurativas e utilização de músicas no sentido de criar um ambiente favorável ao acolhimento, ao aprendizado e à construção da paz.

A diretora da Escola de Socioeducação do Maranhão (ESMA), Magdahyl Portela, destaca a importância do curso na socioeducação. “Queremos agradecer a todos pela participação. Percebemos o quanto os servidores que atuam no atendimento socioeducativo mostraram interesse, compromisso, motivação e empenho para que as práticas restaurativas aconteçam de forma efetiva dentro das unidades”, ressaltou.

A facilitadora Elizabeth Ramos explica que no processo restaurativo é preciso primeiro fazer um trabalho individual e depois passar para o outro que está na nossa responsabilidade. “Cada curso é muito diferente, embora seja o mesmo material, quem faz o curso são os participantes. Queremos agradecer equipe de referência em práticas restaurativas da Funac, que esteve aqui junto e ajudou em todo o processo e a presidente Elisângela Cardoso, por acreditar que é possível uma nova abordagem na socioeducação, que é a da cultura de paz”, diz.

Carla França, psicóloga do Centro Socioeducativo de Internação Masculina de São Luís (CSIMSL), fala da sua experiência em participar pela primeira vez do curso de práticas restaurativas. “Foi gratificante participar do curso e adquirir mais conhecimentos. Saímos daqui com uma grande bagagem para ser multiplicada no Centro Socioeducativo e atender com uma maior qualidade o nosso público”, relata.

Leudes Guimarães, instrutor de artesanato, destaca o conhecimento apreendido com a capacitação. “O curso foi muito proveitoso, aprendemos novas técnicas de como trabalhar práticas restaurativas e daqui para frente teremos mais suporte para aplicar o que aprendemos”, comenta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONTE: GOVERNO DO ESTADO

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