Fufuca diz que dará andamento a denúncia contra Temer

 

 

“Se a denúncia for feita enquanto eu estiver na interinidade, nós daremos prosseguimento ao que diz o Regimento Interno”, disse o presidente interino da Câmara, que também confirmou a votação da reforma política na próxima semana.

 

 

 

O presidente da Câmara dos Deputados em exercício, o deputado maranhense André Fufuca (PP-MA) afirmou nesta quinta-feira (31) que daria prosseguimento em caso de nova denúncia feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente da República, Michel Temer.

 

“Não estamos com expectativa de paralisação. Se a denúncia for feita enquanto eu estiver na interinidade, nós daremos prosseguimento ao que diz o Regimento Interno”, disse o presidente interino da Câmara. Fufuca também confirmou a votação da reforma política para a próxima semana. Inicialmente, a previsão era de que a reforma fosse votada na terça-feira (29).

 

Mesmo com o feriado da independência, o Plenário deve tentar votar a reforma política na próxima semana. “Nós temos o projeto de, na semana que vem, pautar a reforma política. É uma questão que a sociedade está ansiosa, o Congresso tem de mostrar uma resposta, e nós iremos tentar na próxima semana”, disse. As votações devem ocorrer de segunda a quarta, por causa do feriado na quinta-feira (7), Dia da Independência. Haverá sessão a partir de segunda (4), às 16 horas, até quarta (6), às 13 horas.

 

O presidente do Congresso, Eunício Oliveira, também convocou sessão para continuar a votação da proposta de nova meta fiscal (PLN 17/17). Será às 19 horas da próxima terça-feira (5).

 

Propostas
Uma das propostas em análise (PEC 77/03) cria um fundo público para custear campanhas eleitorais e altera as regras para eleição de deputados e vereadores. A votação começou na quarta-feira (23), quando os deputados decidiram analisar o texto por temas.

 

As divergências sobre o fundo eleitoral e o novo sistema eleitoral, no entanto, podem levar os deputados a discutir outra proposta (PEC 282/16), que mantém o sistema proporcional, mas extingue as coligações entre partidos a partir de 2018 e cria uma cláusula de desempenho para as legendas.

 

Qualquer mudança só será aprovada se houver o voto favorável de 308 deputados, em dois turnos de votação. Para valer já nas próximas eleições, as propostas precisam ser votadas pela Câmara e pelo Senado até oinício de outubro, um ano antes do pleito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONTE: MA10

 

 

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