“Estão tentando ganhar tempo”, diz irmã agredida de Mariana Costa

 

 

Juliana Costa foi interceptada e posteriormente agredida por Mateus Porto ao acompanhar a saída de Lucas do processo de exame pericial realizado no Hospital Nina Rodrigues.

 

 

 

“Estão tentando ganhar tempo para adiar o juri e a condenação dele. Mas não tem como. Ele é um assassino confesso e vai ter que pagar pelo que ele fez”, disse a irmã de Mariana Costa (assassinada em novembro de 2016), após a realização de exames de sanidade mental em Lucas Porto, assassino confesso da vítima,  na tarde desta quinta-feira (17). Quando Lucas Porto estava saindo do processo de exame pericial realizado no Hospital Nina Rodrigues, pedido pela defesa do assassino confesso da cunhada, Mateus Porto, irmão de Lucas Porto, agrediu Juliana Costa na tentativa de impedi-la de registrar fotos.

 

Em entrevista, Juliana Costa explica que registrou Boletim de Ocorrência do ocorrido para que as  providências sobre a ocorrência fossem tomadas. Ela criticou ainda as estratégias da defesa de Lucas Porto.  Veja a entrevista completa na reportagem da TV DIFUSORA.

 

“Não deixa de ter um atraso já que a instrução do processo encerraria em maio. Ficou dependendo do requerimento da defesa que fosse realizado o exame para apurar a sanidade mental do acusado na data do crime, realizado hoje”, explica o juiz responsável pelo caso José de Ribamar Heluy, da 4ª Vara do Tribunal do Juri.

 

O juiz José de Ribamar Heluy,

 

Exames periciais

 

O assassino confesso de Mariana Costa de 33 anos, sobrinha-neta do ex-presidente José Sarney, passou por exames de insanidade mental nesta quinta-feira (17), realizados por uma equipe do Hospital Nina Rodrigues. Ele retornou ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas ainda na manhã de hoje.

 

A pericia médica foi realizada no Hospital Nina Rodrigues. Ele foi submetido a exames realizados por peritos do hospital, mas supervisionados pelo perito Benjamin de Brito Bacelar e pela assistente dele, identificada como Evelin Ribeiro. Eles foram contratados pela defesa do Lucas, que tem como objetivo conseguir um atestado de insanidade mental para o cliente.

 

A solicitação do exame foi assinada pelo juiz titular da 4ª Vara do Tribunal do Júri, José Ribamar Goulart Heluy Júnior. A decisão resultou de pedido dos advogados da defesa, durante audiência de instrução, realizada no salão de julgamento do 4º Tribunal do Júri, que colheu o depoimento da última testemunha que restava ser ouvida no processo.

 

A defesa de Lucas Porto  indicou um assistente técnico para supervisionar o exame, representando sua parte na perícia. O Ministério Público, como parte da acusação do caso, também indicou um representante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONTE: MA10

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