ELEIÇÕES TJMA: Nelma Sarney diz ser vítima de uma campanha sórdida

Soou no mínimo de forma estranha a notícia divulgada neste domingo (3), no Jornal Pequeno, sobre o caso Bradesco que envolve a desembargadora Nelma Sarney que figura como vítima de um processo de estelionato praticado por uma ex-gerente de banco privado da capital.

Como toda população sabe, Nelma Sarney foi vítima de um grande esquema de agiotagem manipulado pela ex-gerente do Banco Bradesco, Raimunda Célia Moraes, que teria utilizado sem autorização a conta da desembargadora para fazer movimentações.

Ao que parece tudo faz parte do grande plano arquitetado pelo comunista contra a desembargadora Nelma Sarney. Como todos sabem, Dino mantém grande influência com matérias pagas no jornal aliado que publicou a informação e por isso se aproveita do espaço para atacar adversários políticos que não obedecem à sua cartilha ditatorial.

Contra Nelma vem pesando várias denúncias, aparentemente infundadas e sem qualquer base de veracidade, que envolvem cartórios, decisões e casos como esse do Bradesco. O mais hilário em tudo isso é que promotores alinhados ao projeto dinista vêm tentando envolver Nelma, que foi vítima de um golpe, em um caso em que ela não teve qualquer participação.

A bem da verdade, o Ministério Público deveria se envergonhar em contar com membros que ao invés de buscar a defesa dos interesses do cidadão, saem em defesa de grupos políticos. Sejam eles quais forem. A investigação de um membro da corte de Justiça cabe exclusivamente ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas alguns insistem em criar imbróglios simplesmente para envolver o nome de Nelma Sarney em um jogo político e sujo para ganhar as páginas de jornais que todos sabem é bancado pelos Leões.

Da corte, espera-se o mínimo de discernimento entre a tradição e respeito às normas que vem prevalecendo no TJMA e o projeto que querem instalar no Tribunal de Justiça bancado pelos governo do Estado. Isso porque o cidadão que espera ver suas lides resolvidas nutre a esperança de ter o mínimo de segurança jurídica nas decisões do colegiado.

Contatada, Nelma Sarney disse não dever absolutamente nada e que muitas especulações começam a surgir provavelmente em razão das eleições do TJMA que se aproximam. Ela garante estar totalmente aberta a qualquer questionamento e que as denúncias vazias são fruto de uma campanha sórdida contra uma mulher, mãe de família, avó e que tem sua vida na magistratura seguida com muita dignidade, ética e respeito às normas que imperam no Tribunal de Justiça.

Nelma reafirmou que falsas denúncias não a farão desistir de disputar a presidência do TJMA e que nunca foi mulher de fugir das batalhas. “Sempre enfrentei de frente as adversidades, muitas vezes inclusive contra a vontade de pessoas muito próximas, mas sempre mantive minhas convicções, autonomia e independência para trabalhar com seriedade para levar justiça a todos os cidadãos do meu Estado”, afirmou.

Nelma classifica como jogo baixo e sujo de pessoas sem escrúpulos as tentativas de querer jogar contra ela desembargadores cujo passado merece respeito e que não merecem ser tratados como peças em um tabuleiro de xadrez. “Todos os desembargadores que hoje compõem o plenário chegaram lá por competência do árduo trabalho que desempenharam ao longo de suas carreiras e nada devem a ninguém. Não creio que agora, por interesses escusos, os membros alterem o rito e coloquem em xeque a história da terceira corte de Justiça mais antiga do país”, disse.

Essa afirmação de Nelma Sarney se deve ao fato de que alguns desembargadores, propensos a seguir o projeto dos Leões, podem ser diretamente prejudicados nas próximas eleições para a Mesa Diretora do TJMA.

Questionada de como seria uma possível gestão sua, Nelma garantiu que vai atuar de portar abertas para dialogar com todos: desembargadores, juízes, servidores, sociedade, governo e prefeituras. Na visão da magistrada, as políticas judiciárias precisam ter a ampla participação da sociedade, em razão do seu alcance social.

Se depender do que a desembargadora fez à frente da Corregedoria da Justiça é justamente isso que deve acontecer, já que naquela oportunidade a desembargadora atendeu inúmeras pessoas, de diversas categorias. Sobre isso, Nelma disse que apenas manteve uma política de portas abertas já iniciada pelos desembargadores Jamil Gedeon e Guerreiro Junior, que muito fizeram para melhoria da Justiça de 1º grau.

Diego Emir

você pode gostar também Mais do autor

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.