Caso Emilly: Justiça nega liberdade a ex-PM envolvido na morte da menina

 

 

A 1ª Vara do Tribunal do Júri do Piauí negou o pedido de liberdade provisória do ex-policial militar Aldo Luís Barbosa Dornel.  A decisão é o dia 19 de março deste ano. Aldo Dornel é acusado de matar Emilly Caetano, uma criança de nove anos, durante uma abordagem policial na noite de Natal, 25 de dezembro de 2017.

“A necessidade de manutenção da segregação provisória é encontrada, fundamentada, na garantia da ordem pública”, disse em documento o juiz Antônio Noleto.

Emilly estava com os pais e duas irmãs, sendo uma dela um bebê de nove meses, em um veículo passando pela Avenida João XXIII quando foram surpreendidos pela viatura policial. O pai da menina, o cantor Evandro Costa, ficou ferido com os disparos. As irmãs e a mãe não foram atingidas.

Segundo a mãe de Emile, Daiane Félix Caetano, em depoimento à polícia, ela e o marido, o cantor sertanejo Evandro da Silva Costa, estavam indo levar a filha para uma franquia de açaí quando ocorreu a abordagem policial.

Daiane conta que antes dos policiais efetuarem os disparos, populares avisaram que o carro estava ocupado por uma família.

Os PMs envolvidos na ocorrência são do 5° Batalhão da Polícia Militar, responsável pelo policiamento na zona Leste de Teresina.

Aldo Luis Barbosa Dornel já responde a um processo na justiça por lesão corporal, o que reforçou na negação do pedido de liberdade provisória. Ele foi denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE) por atirar em julho do ano passado em um rapaz suspeito de agredir os avós no bairro Vila Uruguai.

O policial ingressou na Polícia Militar em 2010 sub judice após ter sido reprovado no teste psicológico realizado pela banca do concurso, no caso o Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos da Uespi, o Nucepi.

Cidadeverde.com

 

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