Assassino de Décio Sá presta depoimento sobre a morte de membro de facção

Após assassinar  o membro do Bonde dos 40 ,o  pistoleiro e assassino do jornalista Décio Sá, Johnathan de Sousa Silva, afirmou em seu depoimento à polícia que já estava sendo ameaçado de morte por Alan Kardec Dias Motas, líder da facção em São Luís, e  ambos estavam presos na Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 4 (UPSL 4)
No relato obtido com exclusividade por um blog , o criminoso garantiu que as ameaças vinham sendo feitas desde 2016. Johnathan disse ainda que se desentendeu várias vezes com o líder do Bonde dos 40 nesse período e que o mesmo incitava os outros detentos a agredi-lo.
“Que depois que foi ameaçado de morte, teve um desentendimento com Alan Kardec em um jogo de bola, indo às vias de fato, sendo necessária a intervenção de outros internos para separar a briga; que Alan Kardec gritava para os internos apoiarem ele”, relatou Johnathan.
No depoimento, o pistoleiro revela também que o líder da facção o chamava de “pistoleiro” e “safado” e por isso deveria ser espancado até a morte.
Há duas semanas, conforme foi relatado à polícia, ambos se envolveram em outra briga durante um jogo de xadrez, onde Alan teria dito a outro interno que resolveria as diferenças com Johnathan na quadra do presídio e que “se não fosse do jeito dele, iria esfaqueá-lo”.
Durante o banho de sol deste domingo (7), já bastante ameaçado e após ter ouvido facas sendo amoladas em outra cela, Jonathan pegou um “chuço”, que afirma ter encontrado no banheiro do pátio do presídio e enfiou no peito de Alan, que não reagiu.
A vítima foi socorrida em seguida pelos agentes penitenciários, mas não resistiu e morreu.

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